Resenha: Otelo – William Shakespeare

Quando li Macbeth, fiquei bastante assustada com Shakespeare e não achei que fosse ler outra obra do dramaturgo tão cedo. Porém, quando recebi Otelo (lançamento da Penguin Companhia), me desafiei novamente na leitura de mais um clássico e deu muito certo! Percebi que a tradução faz TODA a diferença, assim como o auxílio das notas de rodapé e dos textos de apoio. Essa edição foi uma luz, pois além de apresentar uma tradução relativamente simples de entender, também traz textos para explicar com detalhes essa grande obra da literatura universal.

Resenha: Otelo - William Shakespeare

FOTO: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

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A história gira em torno de quatro personagens: Otelo (um general mouro que serve o reino de Veneza), sua bela esposa Desdêmona, seu tenente e grande amigo Cássio, e seu sub-oficial Iago. Iago não aceita que Otelo nomeou Cássio como tenente e tenta, de todas as formas possíveis, destruir a vida de todos, plantando a “sementinha do ciúme” na mente do general para que ele desconfie de uma relação amorosa entre Desdêmona e Cássio.

A tragédia de Shakespeare trata de temas variados que são discutidos até hoje, como racismo, amor, ciúme, traição e até xenofobia. Quando você começa a ler esse tipo de clássico, é inevitável enxergar as referências em boa parte das séries e filmes atuais. Iago é aquele vilão persuasivo e inteligente que engana a todos ao se passar por um homem íntegro, obediente e conselheiro. Desdêmona é a esposa fiel, casta e passiva que “abandona” seu pai Brabâncio para casar com Otelo, o mouro de Veneza. Ela precisa lidar com ofensas e críticas de todos os lados por ter se casado com um estrangeiro, que ainda por cima é negro e com “traços animalescos”.

Otelo é venerado como general, mas ainda sofre com o julgamento que recebe de todos ao seu redor. Cássio é um escudeiro fiel, porém de cabeça fraca: trata Desdêmona com educação e cavalheirismo, mas quando se trata de outras mulheres, é grosseiro e rude, como quase todos os homens da época. Ele cai direitinho nas mentiras de Iago e seu desfecho não é dos melhores.

A tradução de Lawrence Flores Pereira ajuda a recriar a linguagem grandiosa de Otelo e a prosa nefasta de Iago. Sem os comentários do tradutor e as explicações sobre cada trechinho da peça, a compreensão do texto diminuiria em 70%. Afinal, ler uma obra escrita por volta de 1603 requer um belo contexto histórico.

É interessante o modo como Shakespeare aborda o ciúme. Quem é ciumento e possessivo geralmente acredita em qualquer mentira bem elaborada, tanto que Iago nem precisa de grande esforço para ludibriar o general. Com suas falas venenosas, aos poucos, Iago finge que “sabe de algo, mas não pode contar” e deixa a entender (após muita insistência de Otelo) que Desdêmona e Cássio estão saindo às escondidas. O vilão utiliza as fraquezas de Otelo (como sua baixa autoestima) e cria cenas visuais na cabeça do mouro. Otelo não suporta imaginar sua esposa fazendo sexo com Cássio, ferindo seu orgulho masculino. Nada é pior para os homens de cargo alto no exército que serem traídos. E é justamente essa a arma de Iago.

Resenha: Otelo - William Shakespeare

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Queria ressaltar aqui uma cena em que Emília (esposa de Iago e aia de Desdêmona) faz um discurso feminista (SIM!) para a esposa do mouro. Ela diz que as mulheres também “têm sentimentos e sentem prazer da mesma forma que o sexo masculino”. Enquanto conversa com a esposa de Otelo, Emília praticamente a incentiva a parar de ser submissa e não aceitar todas as ordens do marido. Claro que isso é apenas um embrião do que seria realmente o movimento feminista, mas é incrível ler isso em uma obra tão antiga. Porém, em várias encenações da peça esse diálogo não existiu. Chateada 🙁

Otelo é aquela obra que você precisa ler com calma, mas que vai abrir portas para a compreensão de arquétipos. É importante fazer uma análise aprofundada das personagens e relacioná-las com o contexto histórico da época. Entender passagens bíblicas também é um diferencial, já que Shakespeare as utiliza com frequência.

Porém, se você tiver medo de ler a obra no texto original, deixe isso de lado: aos pouquinhos é possível adentrar no universo shakespeariano e até se apaixonar pela desenvoltura dos personagens. É só dar uma chance 🙂

LEIA TAMBÉM

Resenha: Otelo - William ShakespeareTítulo original: Othello
Autor: William Shakespeare
Editora: Penguin Companhia
Número de páginas: 368
Ano: 2017
Gênero: Teatro
Nota: 


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: O Primeiro e o Último Verão – Letícia Wierzchowski

Sempre tive curiosidade de ler algo escrito por Letícia Wierzchowski, responsável pelo famoso A Casa das Sete Mulheres – que chegou a ser adaptado para a TV – e mais de 25 ficções. Apesar de ter Sal (de sua autoria), outros livros acabavam passando na frente na hora da leitura.

Quando comecei O Primeiro e o Último Verão, não sabia o que esperar. A partir da sinopse, notei que seria uma história sobre amadurecimento, e sobre como esse processo – tão peculiar para cada um de nós – acaba, na verdade, funcionando como um rito de passagem bastante comum a todos.

Resenha: O Primeiro e o Último Verão - Letícia Wierzchowski

FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

Saímos da duna de mãos dadas, e acho que nunca me senti tão adulta como naquele instante. Eu tinha beijado o Deco. Não apenas uma, mas duas vezes. Era como se eu tivesse passado por um misterioso ritual de iniciação e tivesse sido aprovada – minha infância parecia ter ficado realmente para trás, escondida sob um cômoro de areia num canto qualquer da praia de Pinhal. (p. 36)

A história, narrada pela personagem Clara, tem uma premissa simplista: um recorte da vida da garota durante seus 14 anos. Anualmente, entre dezembro e fevereiro, Clara e a família viajavam rumo ao litoral norte gaúcho para relaxar e encontrar amigos na Praia do Pinhal.

Lá, a garota ficava hospedada na casa de praia da família, construída por seu avô há muitos anos. Assim como a casa tem alicerces que a moldam, alguns acontecimentos vão marcando a vida de Clara e moldando suas escolhas, reações e futuro. Dores e amores de uma idade onde começamos a descobrir quem somos e qual o nosso papel no mundo (um dia a gente descobre?).

Fiquei ali parada, no meio da sala. Eu tinha um amor novo em folha e bem vivo dentro de mim, e doía testemunhar aquilo. Meus pais. Eles já não se queriam ou, ao menos, já não se achavam. Pareciam tatear no escuro de um casamento dolorido, prestes a se desfazer. (p. 48)

É impossível ler O Primeiro e o Último Verão e não se identificar, principalmente se você nasceu na década de 90 ou pouco antes dela: provavelmente é o momento histórico do livro – que cita o envio de cartas, as ligações feitas em telefones no meio da sala de estar (o único da casa), as brincadeiras de rua, entre outros – que a maioria dos adultos teve contato.

Resenha: O Primeiro e o Último Verão - Letícia Wierzchowski

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A escrita é leve e divertida. Confesso que não esperava e fui surpreendida positivamente. O livro dialoga tanto com os mais jovens que, provavelmente, estão vivendo esse tipo de experiência no momento (de formas diferentes das “da minha época”), quanto com quem já transitou por essa fase. As descrições não são muito detalhistas, mas muita coisa subentendida acaba dando um tom mais poético ao livro.

A forma como Clara, ainda adolescente, tem que lidar com a morte metafórica do casamento de seus pais, é dolorosa. Ao mesmo tempo em que a garota tem que aprender a lidar com seus problemas, medos e inseguranças.

Mas reconhecia os sinais de crise, como uma tempestade se armando no horizonte, e tentava disfarçar as coisas para proteger minhas duas  irmãs. (p. 53)

A narrativa me lembrou muito Pequenas Grandes Mentiras que, aliás, também se passa em uma praia. Fiquei esperando o desfecho trágico, que chegou de forma rápida e não muito criativa. De qualquer forma, O Primeiro e o Último Verão é um livro nostálgico e cheio de belas metáforas.

* Esse produto foi um brinde, porém, as informações contidas nesse post expressam as ideias da autora.

LEIA TAMBÉM

Resenha: O Primeiro e o Último Verão - Letícia WierzchowskiTítulo original: O Primeiro e o Último Verão
Autora: Letícia Wierzchowski
Editora: Globo Livros
Número de páginas: 152
Ano: 2017
Gênero: Romance
Nota:


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Escrito por:

Melissa Marques


Resenha: Poemas Escolhidos – Emily Dickinson

Sempre quis ler a obra poética de Emily Dickinson, mas é bem difícil encontrar edições brasileiras com poemas traduzidos da autora norte-americana. Porém, uma amiga que faz pós-graduação comigo (obrigada, Amanda ❤) me emprestou essa edição bilíngue da L&PM Pocket, com mais de 100 poemas da autora. O livro é bem curtinho, com apenas 123 páginas, e os poemas de Emily são bem diferentes de tudo que já li. O que eu gostei dessa edição é que, por ser bilíngue, é possível conferir cada detalhe da tradução de Ivo Bender.

Resenha: Poemas Escolhidos - Emily Dickinson

FOTO: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

Eu não leio tanta poesia – confesso que não acho uma leitura fácil, preciso de muita concentração – mas o estilo da autora me conquistou. Emily Dickinson é considerada um dos grandes nomes da lírica norte-americana do século XIX, assim como Walt Whitman, que escreveu Folhas de Relva. E o mais triste é que a autora não foi reconhecida em vida: somente depois de sua morte (e muitos anos depois) foi considerada uma grande poetisa, quando sua irmã encontrou mais de 1700 poemas de Emily que estavam escondidos.

À noite, como deve sentir-se solitário o vento
Quando todos apagam a luz
E quem possui um abrigo
Fecha a janela e vai dormir.

Ao meio-dia, como deve sentir-se imponente o vento
Ao pisar em incorpórea música,
Corrigindo erros do firmamento
E limpando a cena.

Pela manhã, como deve sentir-se poderoso o vento
Ao se deter em mil auroras,
Desposando cada uma, rejeitando todas
E voando para seu esguio templo, depois. (p.39)

Os poemas de Dickinson parecem confusos à primeira vista, mas depois de ler mais a respeito da autora, é quase como se conseguíssemos visualizar seus pensamentos. Os poemas muitas vezes são leves, refletindo a respeito da natureza, as pequenas coisas do dia a dia, a fluidez do tempo; porém, em outros, Emily mostra seu ponto de vista sobre a morte, tensões psicológicas e, sobretudo, a finitude da vida. São poemas que não se encaixam em uma categoria específica: por muito tempo, especialistas tentaram classificar sua obra, mas ela é muito complexa para ser definida em apenas uma categoria.

Resenha: Poemas Escolhidos - Emily Dickinson

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Ela também utiliza uma linguagem sensível e distante de regras da poesia (quando falamos em métrica e rima). Muitos a consideraram uma poeta ruim, com pouco domínio sobre as palavras, mas na verdade ela tentava romper com os padrões e, com um formato livre, expelir suas angústias, principalmente em relação a se “sentir presa” em sua própria vida.

O “eu”, por trás de nós oculto,
É muito mais assustador,
É um assassino escondido em nosso quarto,
Dentre os horrores, é o menor. (p.57)

Emily Dickinson é uma escritora importante e que deve ser lida e relida diversas vezes, da mesma forma que Katherine Mansfield ou Clarice Lispector. Se você gosta de poesia, fica a sugestão! 🙂

LEIA TAMBÉM

Resenha: Poemas Escolhidos - Emily Dickinson

Título original: Selected Poems Of Emily Dickinson
Autora: Emily Dickinson
Editora: L&PM Pocket
Número de páginas: 123
Ano: 2007
Gênero: Poesia
Nota: 


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Isabela Zamboni


Resenha: Perdida: Um Amor Que Ultrapassa As Barreiras do Tempo – Carina Rissi

Resenha: Perdida: Um Amor Que Ultrapassa As Barreiras do Tempo - Carina Rissi

FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

Sempre gostei muito de romances com viagem no tempo. É uma combinação um pouco difícil de ser encontrada, portanto, quando comecei Perdida estava bem empolgada (ainda mais por ter ouvido / lido tantas críticas positivas).

O livro conta a história de Sofia Alonzo, uma jovem dos anos 2000 que tem dificuldade para se encaixar. Ela acaba levando os dias no automático, sem nenhum acontecimento relevante. Tudo muda na vida da garota quando ela acaba caindo – literalmente – no século XVIII e conhecendo o cavalheiro Ian Clarke – lindo, responsável, educado, entre outros atributos.

– Vejo que está um pouco atordoada! Vamos até minha casa. Descanse um pouco e, depois que falar com o médico, prometo que farei o possível para ajudá-la, está bem? – sua voz baixa e rouca, olhos intensos, não me deixaram outra escolha.

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Podemos perceber o trabalho de pesquisa de Carina Rissi para tentar descrever ao máximo os modos, costumes, roupas, trejeitos e linguagem de séculos atrás, porém… o fato de não ter abordado de forma alguma a questão da escravidão me deixou um pouco decepcionada. Sei que não é o foco do livro – de forma alguma – mas é uma questão delicada que vale MUITO ser abordada, principalmente se levarmos em conta o papel social dos autores.

A dinâmica dos personagens é bem divertida: Sofia e Ian têm seus momentos de briga e redenção, brincadeiras, silêncios, assim como qualquer outro casal. Na história, ninguém é “perfeito” (exceto Elisa e sua postura invejável? haha), o que gera uma identificação com o público.

– Sabe, Ian, você é muito estranho!

– Sem querer ofendê-la, senhorita, o mesmo se aplica a você!

É um livro extremamente leve, de leitura fácil e rápida: as quase 400 páginas passam voando! Isso é bom para atrair um público mais jovem que, sem dúvidas, é o desejo de Carina. Apesar de divertido, o livro perde um pouco a identidade: o romance de época ganha uma pegada conto de fadas com pinceladas softporn e deixa o leitor um pouco confuso.

Resenha: Perdida: Um Amor Que Ultrapassa As Barreiras do Tempo - Carina Rissi

FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

Talvez por Perdida ser mais antiguinho, acredito que alguns comentários que reforçam estereótipos – feitos pela personagem principal – não passariam das mãos dos editores. É o caso de alguns trechos em que Sofia reclama de seu cabelo “de vassoura” e faz outros comentários como “fulana tem o corpo perfeito”, e esse tipo de coisa. Além disso, o fato de Sofia querer “largar tudo” para ficar com um cara que ela acabou de conhecer me deixou um pouco incomodada.

Abracei-o mais forte, querendo que o tempo parasse, que a vida não seguisse em frente, que nossa dança nunca terminasse.

Com diversos núcleos que ainda podem ser explorados, Perdida já conta com mais três sequências: Encontrada, Destinado e Prometida. O projeto de adaptação do livro para os cinemas está embargado. Até então, a data de estreia seria o primeiro trimestre de 2017, porém, nenhuma novidade foi divulgada.

LEIA TAMBÉM

Resenha: Perdida: Um Amor Que Ultrapassa As Barreiras do Tempo - Carina RissiTítulo original: Perdida: Um Amor Que Ultrapassa As Barreiras do Tempo
Autora: Carina Rissi
Editora: Verus Editora
Número de páginas: 364
Ano: 2013
Gênero: Romance
Nota: 


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Melissa Marques


Resenha: O Que Tem na Geladeira? – Rita Lobo

Desde que comecei a buscar uma vida mais saudável, muitas dúvidas me perseguiam. Como me alimentar corretamente? Quais alimentos são mais saudáveis? De quanto em quanto tempo devo comer? A internet traz um milhão de informações a respeito, mas sempre de forma contraditória. A verdade é que cada corpo é de um jeito e não temos como saber com precisão, somente com ajuda profissional. Mas depois que comecei a ler mais dicas no site da Rita Lobo, percebi que existe uma forma bem melhor de se alimentar.

Resenha: O Que Tem na Geladeira? - Rita Lobo

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A partir disso, resolvi comprar o livro O Que Tem na Geladeira?, que nada mais é do que uma compilação de receitas do site e do canal do YouTube da Rita. O livro contém mais de 200 receitas saudáveis, todas com alimentos naturais e fáceis de encontrar no supermercado. O próprio nome já diz tudo: você abre sua geladeira, vê o que encontrou e a partir disso consegue criar receitas deliciosas e bem práticas, gastando pouquíssimo tempo.

Estou tentando diminuir meu consumo de carne, então esse livro foi uma mão na roda. Sei que existe o canal do YouTube, as receitas estão disponíveis online, mas é muito bom poder manusear e folhear o livro, encontrando “a receita perfeita” e ir consultando conforme vou cozinhando. Sem contar que o livro ensina não somente receitas, mas as melhores formas de utilizar os alimentos.

Resenha: O Que Tem na Geladeira? - Rita Lobo

FOTO: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

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O Que Tem na Geladeira? também apresenta a principal diferença entre os alimentos: os minimamente processados, os ultraprocessados e também aquilo que chamamos de “comida de verdade”. Você pode conferir todas essas explicações detalhadas lá no site do Panelinha. Aprender mais sobre alimentação e entender como funciona o armazenamento e venda dos produtos no mercado finalmente me fez perceber como eu comia errado e que isso pode trazer problemas de saúde no futuro.

Claro que cozinhar o tempo todo cansa – dá muito trabalho, suja louça e você precisa ter tempo livre – mas o resultado é espetacular. Você começa a perceber as mudanças no seu corpo em pouco tempo, sem contar que ter uma alimentação mais natural ajuda a “desviciar” dos açúcares e conservantes que estão presentes em praticamente TUDO o que comemos.

Resenha: O Que Tem na Geladeira? - Rita Lobo

FOTO: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

O livro da Rita Lobo é mais como um manual: na hora que você precisa consultar alguma receita ou informação, ele está lá para te ajudar. Recomendo bastante, principalmente para quem procura um método alternativo (e saudável!) de alimentação no dia a dia.

Resenha: O que tem na geladeira? - Rita LoboTítulo original: O Que Tem na Geladeira?
Autora: Rita Lobo
Editora: Senac
Número de páginas: 352
Ano: 2016
Gênero: Culinária
Nota: 


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Escrito por:

Isabela Zamboni


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