Resenha: Como Falar com Garotas em Festas – Neil Gaiman, Fábio Moon e Gabriel Bá

Os ilustradores brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá foram convidados a transformar o conto Como Falar com Garotas em Festas, escrito por Neil Gaiman, em uma graphic novel. O resultado foi publicado pela Companhia das Letras através do selo Quadrinhos na Cia.

Resenha: Como Falar com Garotas em Festas - Neil Gaiman, Fábio Moon e Gabriel Bá

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Não sabia exatamente o que esperar sobre o conteúdo do livro, mas tinha certeza de que não se tratava de um guia bobo sobre como chegar na menina. É assim: Neil Gaiman não desaponta. Não existe essa possibilidade. Então, comecei a leitura já esperando ser surpreendida.

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Como Falar com Garotas em Festas conta a história de Vic e Enn, dois amigos de 15 anos que querem chegar em uma festa. Vic é o amigo bonitão e conquistador. Já Enn é aquele cara mais fechado, na dele, e que não consegue chegar em ninguém, haha.

Através da música, os dois acabam encontrando o local. E é ali que a narrativa se desenvolve de fato: enquanto Vic puxa papo com a garota-mais-linda-da-festa, Enn tenta se manter com o mínimo de interesse em estar no lugar. Para isso, ele utiliza uma dica simples dada por seu amigo para conseguir conversar com garotas em festas: “Fala!“.

Resenha: Como Falar com Garotas em Festas - Neil Gaiman, Fábio Moon e Gabriel Bá

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

A música, aliás, faz parte do cenário da graphic novel: ela dá o tom ao ambiente e é essencial para algumas cenas. Seja na sala barulhenta cheia de jovens adultos dançando e conversando, seja para trazer contexto histórico às cenas.

É claro: na narrativa não poderia faltar o tom fantástico de Neil Gaiman – assumo que me surpreendeu positivamente, além de emocionar com toda a sua poesia e metáforas incríveis.

Qual é o seu nome
Triolet
Nome bonito
É uma forma de poema. Como eu.
Você é um poema?
(p. 39)

Inclusive, Como Falar com Garotas em Festas será adaptado para o cinema. Neil Gaiman compartilhou um teaser no Instagram. Olha só:

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* Esse produto foi um brinde, porém, as informações contidas nesse post expressam as ideias da autora

Resenha: Como Falar com Garotas em Festas - Neil Gaiman, Fábio Moon e Gabriel BáTítulo original: How to Talk to Girls at Parties
Autor: Neil Gaiman
Editora: Companhia das Letras (selo Quadrinhos na Cia.)
Número de páginas: 80
Ano: 2017
Gênero: Graphic Novel
Nota: 


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Escrito por:

Melissa Marques


Resenha: Outros Jeitos de Usar a Boca – Rupi Kaur

Assim como muitos leitores, conheci Outros Jeitos de Usar a Boca através de um vídeo da JoutJout. Apesar do título não dizer muito a que veio, resolvi dar uma chance quando entendi que se tratava de um livro de poemas.

Resenha: Outros Jeitos de Usar a Boca - Rupi Kaur

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Originalmente a obra foi publicada de forma independente pela autora, Rupi Kaur, com o título Honey and Milk (que, para mim, é bem melhor que o escolhido para a tradução brasileira, haha).

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Nele, a autora aborda temáticas femininas e feministas através de seu ponto de vista. Isso faz com que Outros Jeitos de Usar a Boca seja não somente uma coletânea de poemas, mas praticamente uma autobiografia em versos. Rupi se desfaz em cada poema: expõe seus medos, angústias, incertezas… Mas também contempla o amor, a cura e a redenção através da poesia.

“meu coração me acordou chorando ontem à noite
o que eu posso fazer eu supliquei
meu coração disse
escreva o livro (p. 6)

Resenha: Outros Jeitos de Usar a Boca - Rupi Kaur

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

“quero pedir desculpa a todas as mulheres
que descrevi como bonitas
antes de dizer inteligentes ou corajosas
fico triste por ter falado como se
algo tão simples como aquilo que nasceu com você
fosse seu maior orgulho quando seu
espírito já despedaçou montanhas
de agora em diante vou dizer coisas como
você é forte ou você é incrível
não porque eu não te ache bonita
mas porque você é muito mais do que isso” (p. 179)

Apesar dos relatos extremamente pessoaisOutros Jeitos de Usar a Boca é capaz de gerar identidade ao tratar de temas que permeiam o “universo feminino”. Ele é dividido em quatro partes: a dor, o amor, a ruptura e a cura. Cada uma delas a autora relata suas experiências com abuso, violência, amor, perda, entre outros assuntos.

“você precisa
ter vontade de passar
o resto da vida
antes de tudo
com você” (p. 198)

Resenha: Outros Jeitos de Usar a Boca - Rupi Kaur

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Ao abordar temas que ainda são considerados tabu em nossa sociedade – menstruação, depilação íntima, entre outros – Rupi representa e empodera as mulheres, dando força e visibilidade ao movimento feminista.

As atrizes Luisa Arraes, Débora Nascimento, Mariana Xavier, Cris Vianna e Andreia Horta foram convidadas pela Planeta de Livros Brasil para recitar alguns poemas de Rupi. O resultado está abaixo:

Uma homenagem de Rupi Kaur a todas as mulheres na voz de cinco…

Rupi Kaur dá voz às mulheres através de sua poesia libertadora. Hoje, no Dia Internacional da Mulher, assista a uma homenagem a todas as mulheres na voz de cinco representantes da força feminina.As atrizes Luisa Arraes, Débora Nascimento, Mariana Xavier, Cris Vianna e Andreia Horta recitam poemas de Rupi Kaur, indiana radicada no Canadá que ficou conhecida por seu ativismo nas redes sociais e pelo livro “Milk and Honey”, publicado no Brasil como “outros jeitos de usar a boca” – um livro sobre a sobrevivência, o amor, o sexo, o abuso, a perda, o trauma, a cura e a feminilidade.

Posted by Planeta de Livros Brasil on Wednesday, March 8, 2017

Outros Jeitos de Usar a Boca  é, ao mesmo tempo, sensível, cruel, duro, amável, esclarecedor e cheio de representatividade. Um jornada na vida de Rupi Kaur que também representa a jornada na vida de muitas mulheres.

“fique firme enquanto dói
faça flores com a dor
você me ajudou
a fazer flores com a minha
então floresça de um jeito lindo
perigoso
escandaloso
floresça suave
do jeito que você preferir
apenas floresça

– para quem me lê” (p. 158)

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Resenha: Outros Jeitos de Usar a Boca - Rupi KaurTítulo original: Honey and Milk
Autora: Rupi Kaur
Editora: Planeta de Livros Brasil
Número de páginas: 208
Ano: 2017
Gênero: Poemas
Nota:


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Escrito por:

Melissa Marques


Resenha: Sonetos de Amor – Luís Vaz de Camões

Expectativa de ler o livro: “Oba, livro pequeno! Fácil e rápido para ler“.

Realidade de ler o livro: “MEU DEUS, CAMÕES É MUITO DIFÍCIL“.

Sim, foi assim que eu me senti. HAHA!

Resenha: Sonetos de Amor - Luís Vaz de Camões

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

O livro Sonetos de Amor começa justamente com uma introdução bem recheada sobre a obra camoniana. E, olha: AINDA BEM. Se com ela já foi complicado, imagina sem? Não entendam mal: o livro é incrível, cada soneto melhor que o outro. Mas o que quero dizer é que exige um certo esforço do leitor para ler e interpretar cada obra.

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É uma pena que, segundo a próprio introdução do livro, os sonetos de Camões sejam tão confusos: não eram datados, não continham a assinatura do autor, muito menos o contexto histórico ou algum tipo de dedicatória. Porém, de uma coisa podemos ter certeza: Camões amou.

“Luís de Camões amou muito, sofreu muito, teve gozo no seu sofrimento e escreveu dezenas de sonetos (e canções, elegias, odes etc.) numa repetida tentativa de entender o que era essa coisa simultaneamente terrível e sublime”

Camões endeusa cada uma das mulheres com quem se relacionou através de seus versos e, mesmo não tendo uma diva inspiradora “única”, suas amantes foram, ao meu ver, o sal de sua vida.

Resenha: Sonetos de Amor - Luís Vaz de Camões

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Apesar de rebuscado, ao abordar um tema tão universal, Camões consegue tocar facilmente qualquer tipo de leitor que já tenha experimentado a sensação de apaixonar-se, seja para a vida toda, seja um amor de metrô. E a beleza da obra é justamente essa.

Lindo e su[b]til trançado, que ficaste
Em penhor do remédio que mereço,
Se só contigo, vendo-te, endoideço,
Que fora com os cabelos que apertaste?

Aquelas tranças de ouro que ligaste,
Que os raios do Sol têm em pouco preço,
Não sei se ou para engano do que peço,
Ou para me matar as desataste.

Lindo trançado, em minhas mãos te vejo,
E por satisfação de minhas dores,
Como quem não tem outra, hei de tomar-te.

E se não for contente o meu desejo,
Dir-lhe-ei que, nesta regra dos amores,
Por o todo também se toma a parte.

Belos, líricos, intensos. De encher os olhos e o coração. Meu primeiro contato com a obra de Luís Vaz de Camões foi uma ótima introdução ao autor que ajudou a forjar a literatura portuguesa que conhecemos hoje. A edição é simples, mas bem bonita. A capa com relevo e brilho ficou bem romântica. Apesar de curta, é uma obra SENSACIONAL – e cai muito bem como presente, viu?

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* Esse produto foi um brinde, porém, as informações contidas nesse post expressam as ideias da autora

Resenha: Sonetos de Amor - Luís Vaz de CamõesTítulo original: Sonetos de Amor
Autor: Luís Vaz de Camões
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 72
Ano: 2017
Gênero: Sonetos
Nota: 


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Melissa Marques


Resenha: A Sombra do Vento – Carlos Luiz Zafón

É difícil classificar o gênero de A Sombra do Vento. O autor, Carlos Luiz Zafón, coloca de tudo um pouco nessa obra: mistério, suspense, humor, drama, romance e fantasia. Essa complexidade de gêneros e a profundidade do livro são pontos fundamentais que ajudam a torna-lo tão magnífico e arrebatador.

Resenha: A Sombra do Vento - Carlos Luiz Zafón

FOTO: Reprodução

São 399 páginas, mas, quando a leitura começa, é fácil ler essa obra em poucos dias. Quando passamos da centésima página, a história ganha traços tão complexos que fica difícil parar. A Sombra do Vento é um livro que você para e pensa, questiona e, depois que termina, continua refletindo sobre.

A Sombra do Vento é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo”, analisa a especialista em livros Nathalia Cardoso.

O espanhol Zafón, também famoso por outras obras, lançou esse livro em 2001. Em meio ao mix de emoções que a história traça, o leitor passa por uma montanha-russa junto com os personagens. A sinopse é um pouco complexa por si só, o que dá um indicativo do quão trabalhado, minucioso e bem escrito esse livro é.

Resenha: A Sombra do Vento - Carlos Luiz Zafón

Barcelona é a cidade onde a história é contada FOTO: Divulgação

O livro é retratado no passado. A história começa em 1945, antes de Barcelona tornar-se referência esportiva, grande centro para turistas e um lugar que nós, brasileiros em geral, amamos. Nessa época, há mais de 70 anos, a cidade ainda estava se consolidando no cenário europeu após períodos difíceis.

O personagem central é Daniel Sempere, e a história começa com ele: quando o pai de Daniel o leva para um lugar esquecido em Barcelona. Então, ele conhece uma biblioteca com formato de labirinto que abriga livros esquecidos que poucas pessoas dão valor.

Logo no primeiro livro que Daniel lê, ele se empolga e termina o romance na mesma noite. A obra em questão é A Sombra do Vento, do autor Júlian Carax. Após ficar maravilhado com o livro, Daniel busca mais informações sobre Carax, na expectativa de encontrar mais livros da mesma qualidade.

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Nessa busca por mais livros de Carax, Daniel descobre que, aos poucos, os livros somem sem deixar rastros. Comprometido a saber do paradeiro das outras obras, Daniel começa uma aventura que perdura por décadas.

Zafón tem um toque diferenciado nesse livro, pois ele consegue fazer uma narrativa que em nenhum momento é cansativa, e isso não é fácil se tratando de uma obra que passa através de muitas décadas de vida do personagem principal.

O livro é retratado, em sua maior parte, sob a narrativa pessoal de Daniel. No entanto, ele tem alguns flashbacks em que outros personagens aparecem e dão o tom momentâneo do protagonismo. Aliás, os coadjuvantes ajudam a enriquecer ainda mais a história — em especial Férmin Romero de Torres.

Férmin é o melhor amigo de Daniel na história, e ele é fundamental para o livro. É um personagem muito sensível, com uma trajetória de vida delicada e que, através da simplicidade, consegue tirar boas risadas e grandes frases.

Resenha: A Sombra do Vento - Carlos Luiz Zafón

FOTO: Reprodução

O livro é tão bem escrito que dá uma sensação de que os personagens tiveram uma história verdadeira antes daquele livro, e que continuarão a ter por muito tempo. Mérito de Zafón, que consegue orquestrar a narrativa de modo brilhante.

Outra qualidade da obra é que se trata de um livro que tem o livro como principal assunto. Em muitos momentos, Zafón encontra uma maneira de relembrar para o leitor o valor e a importância que a leitura exerce na sociedade. “Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias”, relata a análise de Cardoso.

Os fãs do livro, no entanto, terão que se contentar com a versão escrita. Zafón já afirmou que não vai realizar uma adaptação da obra para o cinema.

Uma leitura madura, complexa e muito elogiada pela crítica, A Sombra do Vento é uma história que corresponde as ótimas análises.

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Título original: La Sombra Del Viento Resenha: A Sombra do Vento - Carlos Luiz Zafón
Autor:
 Carlos Luiz Zafón
Editora: Suma de Letras
Número de páginas: 399
Ano: 2001
Gênero: Romance
Nota: 

* Esse post é um publieditorial.


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20 frases de Harry Potter para matar a saudade da saga!

Em 2017 a história de Harry Potter e seu mundo de magia completa 20 anos de publicação. De lá para cá, muito coisa mudou: J. K. Rowling passou de autora iniciante e desconhecida para uma das mais respeitadas e relevantes da atualidade. A saga, que fez parte de uma geração, emociona ainda hoje crianças, jovens e adultos. Relembre alguns momentos marcantes, engraçados e tristes através de 20 frases:

1. “Afinal, para a mente bem estruturada, a morte é apenas a grande aventura seguinte”.

2. “Sempre chame as coisas pelo nome que têm. O medo de um nome aumenta o medo da coisa em si”.

3. “São as nossas escolhas, Harry, que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades”.

20 frases de Harry Potter para matar a saudade da saga!

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4. “O Sr. Aluado apresenta seus cumprimentos ao Prof. Snape e pede que ele não meta seu nariz anormalmente grande no que não é de sua conta”.

5. “Amortecer a dor por algum tempo apenas a tornará pior quando você finalmente a sentir”.

6. “É uma coisa estranha, mas quando se está com medo de alguma coisa, e se daria tudo para retardar o tempo, ele tem o mau hábito de correr”.

7. “Discordo de Dumbledore em muita coisa… Mas não se pode negar que ele tem classe…”.

20 frases de Harry Potter para matar a saudade da saga!

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8. “Só porque você tem a amplitude emocional de uma colher de chá, isto não significa que sejamos todos iguais”.

9. “Você também vai descobrir que Hogwarts sempre ajudará aqueles que a ela recorrerem”.

10. “TOM SERVOLEO RIDDLE

Em seguida, agitou a varinha uma vez e as letras do seu nome se arrumaram:

EIS LORDE VOLDEMORT”

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11. “Horcrux é a palavra usada para um objeto em que a pessoa ocultou parte da própria alma”.

12. “A grandeza inspira a inveja, a inveja engedra o despeito, o despeito produz a mentira”.

13. “Não tenha piedade dos mortos, Harry. Tenha piedade dos vivos e, acima de tudo, dos que vivem sem amor”.

14. “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”.

15. “Você acha que os mortos que amamos realmente nos deixam? Você acha que não nos lembramos deles ainda mais claramente em momentos de grandes dificuldades?”

20 frases de Harry Potter para matar a saudade da saga!

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16. “– Depois de todo esse tempo?
– Sempre – respondeu Snape”.

17. “– Alvo Severo […], nós lhe demos o nome de dois diretores de Hogwarts. Um deles era da Sonserina, e provavelmente foi o homem mais corajoso que já conheci”.

18. “A verdade é uma coisa bela e terrível, por isso deve ser tratada com grande cautela”.

19. “É possível encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se lembrar de acender a luz”.

20. “Não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver”.

 

20 frases de Harry Potter para matar a saudade da saga!

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Melissa Marques


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