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18 Frases e Mensagens de livros que marcaram época

Todos nós temos nossos filmes, séries e músicas favoritos que marcaram época, que nos inspiraram ou até mesmo nos ajudaram em algum momento difícil da vida. O mesmo serve para os livros. Neste caso, a lembrança pode ser ainda mais intensa, pois diferentes das outras mídias citadas, com os livros o envolvimento é maior.

Se você tem suas próprias frases e mensagens que marcaram sua vida e serviram de mantra ou lema de vida, hoje você vai poder aumentar sua coleção, pois separamos 18 frases de grandes livros que ficaram para sempre marcados na história e mudaram a vida de milhões de pessoas mundo afora. Veja:

Resenha

Resenha: Questão de Honra – Yuri Belov

FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

Sempre que tenho a oportunidade acabo lendo algo de escritores brasileiros e/ou iniciantes. Acredito que a prática seja favorável para os dois lados: eu conheço a escrita de alguém, enquanto apoio essa pessoa em sua jornada através das letras. Na maioria das vezes, o selo Novos Talentos da Literatura Brasileira – da Editora Novo Século – traz livros com boas histórias e ótima qualidade editorial. Por isso, quando recebi Questão de Honra para resenhar, fiquei bem empolgada.

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Confira a sinopse da obra:

Tristan Drake, um ex-oficial das forças especiais britânicas que também atuou no MI-6 nos tempos da Guerra Fria, ocupa hoje a posição de diretor de operações de uma empresa de arqueologia marinha instalada na ilha de Malta. Um dos navios da empresa se envolve num terrível e suspeito acidente. A tripulação, ferida e exilada, precisa urgentemente de socorro. Tristan, diretamente responsável por eles e num beco sem saída, recebe a providencial ajuda de um rico indiano radicado em Londres. Em troca, Tristan insiste em auxiliar o milionário a resgatar o filho Khaled, um jovem e talentoso hacker visto pela última vez em um misterioso vale encravado nas montanhas do Paquistão. Começa a partir daí uma extraordinária jornada por lugares exóticos, dos confins da China a uma mina de coltan, um precioso minério, na África, onde a crueldade parece não encontrar limites. Porém, tornou-se questão de honra para o veterano ex-oficial saldar sua dívida, mesmo que para isso acabe por se envolver numa conspiração sem precedentes. Questão de Honra é um livro eletrizante, com ação ininterrupta, no melhor estilo dos grandes romances de espionagem. Yuri Belov, com riqueza de detalhes e pesquisa profunda, tece uma narrativa a um só tempo empolgante e contundente, com um olhar crítico e audacioso sobre os tempos em que vivemos”.

E o booktrailer:

O livro Questão de Honra é um prato cheio para os amantes de histórias de espionagem, pois mescla de forma inusitada cyberterrorismo, ação, suspense, traição, luxo, entre outros elementos típicos de histórias como 007 e demais personagens famosos. Trata-se de uma história muito bem construída e complexa: o ex-oficial Tristan – que está dedicado a operações de arqueologia marítima – acaba se envolvendo em uma rede de poder e mentiras ao tentar ajudar Sheik a encontrar seu filho, Khaled, um jovem hacker que pode ter se envolvido com o Estado Islâmico. A partir daí a trama ganha ação do início ao fim, e o protagonista acaba se envolvendo com empresários, assassinos de aluguel, espiões, entre outros personagens bem peculiares.

“- Bem, talvez eu possa ajudar em tentar trazer seu irmão de volta. Acho que não tenho mais idade para algo desse tipo, mas creio que ainda me resta um pouquinho de fôlego.
– Por favor, Comodoro, o senhor não nos deve nada. Ficaríamos imensamente gratos, mas você não tem qualquer obrigação de fazer isso.
– É uma questão de honra, senhorita, se me permitir.”

As personagens são muito bem construídas, mas, sem dúvidas, o grande destaque do enredo é Tristan, o narrador-personagem. A forma como ele encara a jornada que tem pela frente, as escolhas e colocações, o background do personagem… Tudo o torna único e extremamente interessante para o leitor.

A linguagem do autor Yuri Belov é fácil e prazerosa, portanto, a leitura flui bem, apesar das 476 páginas do livro. Para mim, elas foram bem necessárias: nada do que está presente na história poderia ser cortado ou retirado de lá. Vale ressaltar que a história, apesar de ficcional, tem um pano de fundo muito bem embasado e traz alguns aspectos políticos, sociais, econômicos e culturais que reforçam a narrativa.

“Kashgar é uma cidade situada no noroeste da China, na província autônoma de Uigur, em Xinjiang, na proximidade das fronteiras com Paquistão e Afeganistão. Chamada pelos habitantes locais e nativos da região simplesmente por Kashi, estima-se que tenha uma população de aproximadamente meio milhão de habitantes. No passado, foi um importante entreposto comercial na famosa Rota da Seda. A cidade possui uma destacada comunidade muçulmana, os uigures, que habitam a região há séculos e são de origem turcomena. Esse povo tradicional não se sente ligado à China e existe um sentimento crescente pela independência do lugar, o que constitui um permanente foco de atrito na região, envolvendo os uigures e forças de segurança chinesas.”

As ilustrações que dão vida aos personagens e cenários do livro são um show à parte! Elas foram feitas por quatro artistas diferentes, e marcam bem as “fases” de Questão de Honra. O traço de ambos é mais pesado e extremamente rico em detalhes. O resultado final é praticamente um livro cheio de arte.

Resenha: Questão de Honra – Yuri Belov
FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

As descrições de cenários e cidades são bem detalhados, tanto que me fez pensar se o autor já não esteve em cada uma delas alguma vez… Será? Yuri Belov é o nome fictício de um engenheiro e gerente de projetos brasileiro. Questão de Honra é seu segundo livro; o primeiro, Odalisca, também foi lançado pelo Grupo Novo Século.

Em comparação com outros autores e livros famosos que têm essa pegada de espionagem, o brasileiro Yuri Belov consegue seu lugar de destaque com sua trama forte e bem elaborada.

Curtiu? Tem muuuuito mais no livro! Que tal adquirir o seu, direto com o autor, por apenas R$29,90 e frete grátis? Entre em contato através do e-mail: [email protected]hotmail.com Quem sabe não rola um autógrafo todo especial? 🙂

Aproveite para seguir o autor nas redes sociais:

Abaixo, você confere alguns booktrailers de Questão de Honra:

Se preferir, confira a resenha em vídeo:

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Resenha: Questão de Honra – Yuri Belov

Título original: Questão de Honra
Autor: Yuri Belov
Editora: Novo Século
Número de páginas: 476
Ano: 2018
Gênero: Ficção Brasileira
Nota: ****

Resenha

Resenha: O Último Dia – Tiago Villela

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à la Carte

O Último Dia, do autor Tiago Villela, conta a história de Daniel, funcionário exemplar de uma grande empresa que trabalha com redes sociais (similar ao Facebook), mas que está cansado da obsessão coletiva das pessoas ao se expor na internet.

A narrativa é fracionada, não traz apenas uma única linha temporal: o autor mistura memórias do personagem – infância, dissabores, nostalgia – com os acontecimentos recentes.

Daniel tem um irmão – Mario – prodígio e conhecido por ter problemas de comportamento. Mario trabalha em uma grande empresa bioquímica que tem planos perigosos para os seres humanos. Não vou entrar em detalhes para não perder a graça, mas são substâncias químicas que podem transformar uma pessoa geneticamente.

Este convence o irmão a se rebelar contra o monopólio da corporação, e Daniel tenta encontrar “através da palavras a real motivação que o leva a arriscar a própria liberdade, enquanto memórias do passado o obrigam a relembrar a infância nômade e a falta que sente da menina que fez o ruído do mundo desaparecer”, como diz a sinopse do livro.

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Daniel é um personagem complexo: ao mesmo tempo em que é sociável, querido por muitos, inteligente e bem-sucedido, também sofre com essas mesmas características. Ele acaba julgando demais as pessoas e até mesmo deixa isso claro com passagens como “eu sei que preciso parar de reclamar, estou tentando melhorar”. No entanto, por trás dessa “casca”, é um homem nostálgico, sensível e tenta ao máximo ajudar o irmão a desmascarar a grande corporação que pode destruir vidas.

Resenha: O Último Dia - T. Villela
Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à la Carte

Ao mesmo tempo em que O Último Dia é uma aventura, muitas passagens trazem pensamentos e reflexões sobre a sociedade em que vivemos. Essa necessidade de aceitação e carência excessiva das pessoas, além da obsessão coletiva por prolongar a juventude com a ajuda da tecnologia, transformou as relações interpessoais e continua se modificando.

O autor também traz referências a ícones do cinema – como Truffaut e Bergman – e livros famosos, como é o caso de Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger. Ótima surpresa, já que demonstra bom gosto do autor!

O Último Dia á uma fusão de temas: se você gosta de mistério, aventura e reflexões acerca da tecnologia, esse livro é pra você! 🙂

* Esse post é um publieditorial.

LEIA TAMBÉM

Resenha: O Último Dia - T. VillelaTítulo original: O Último Dia
Autor: Tiago Villela
Editora: T. Villela Editora
Número de páginas: 156
Ano: 2018
Gênero: Literatura Nacional
Nota: ****

Resenha

O que você pode aprender com The Biggest Game in Town de Al Alvarez

Os cassinos fazem parte da cultura da humanidade, e um dos nomes dentro desse segmento da sociedade é Al Alvarez, autor de um importante livro sobre o assunto de apostas esportivas, mais especificamente pôquer: The Biggest Game in Town (2009). Em seu livro, Al Alvarez conta sobre o mundo do cassino antes das grandes mudanças que vemos hoje em dia, como por exemplo, em Las Vegas hoje é possível encontrar um sistema de entretenimento e diversão bastante completo (o qual conta com piscinas, spas, saunas, restaurantes, cafeterias, danceteriais, shoppings e shows) que vai muito além das apostas esportivas e dos jogos. Vale ressaltar também que na época de Al Alvarez, os cassinos não eram ambientes abertos à todos como é hoje. Por isso, é importante ver os aspectos dos cassinos e como eles influenciaram a cultura e vice-versa. Neste artigo vamos falar mais sobre o livro, também sobre como o cassino influência a cultura mundial e ainda um pouco sobre a história de Al Alvarez.

Sobre o que é The Biggest Game in Town

O que você pode aprender com The Biggest Game in Town de Al AlvarezEste livro foi publicado em 1983, contando em detalhes sobre o evento de 1981 World Series of Poker, evento que acontece até os dias de hoje, tendo sua última edição esta ano, com uma americano como vencedor levando para casa mais de 8 milhões de dólares em prêmios. Este é o primeiro livro sobre isso, descrevendo de forma detalhada a vida dos jogadores de pôquer profissionais como também esse evento. Hoje, há muito mais divulgação tanto dos jogadores como também dos eventos, os quais são bastante conhecidos e populares. Este livro marca o início da literatura no gênero de cassinos. O autor ficou em Las Vegas por 3 semanas, sendo ele um jogador amador que queria aprender mais sobre o mundo profissional, e quem eram esses jogadores. O livro é bastante focado em criar os diferentes perfis desses profissionais, mostrando que mesmo que eles estando lá por um mesmo objetivo, tinham trajetórias de vida bem diferentes. O livro foca na psicologia desses jogadores, os quais alguns levavam essa vida de apostas como hobby, outros como um verdadeiro estilo de vida, influenciado todas as áreas de suas vidas. Um dos jogadores profissionais que aparece no livro afirmou que para ele um jogo de pôquer não tinha fim, já que ele já estava nessa carreira há 20 anos. Para ele só havia intervalos entre um jogo ou outro, mas nunca um final, pois o pôquer só acabaria para quando ele morresse também.

Como os cassinos influenciam a cultura e vice-versa

O que você pode aprender com The Biggest Game in Town de Al Alvarez
Foto: dicasdelasvegas.com.br

Tanto no passado, como hoje no presente, e no futuro, houve, há e haverá grandes referências culturais relacionadas com o mundo dos cassinos. Em seu livro, o qual é leitura obrigatória antes de morrer para quem ama cassino, Al fala sobre o jogador greco-americano Archie Karas, com um perfil de jogador profissional ainda ativo no The Hendon Mob, o qual ganhou várias vezes entre 1992 e 1995 transformando 50 dólares em 40 milhões, dados retirados do artigo do Betway sobre a cultura dos cassinos. Você também pode encontrar mais sobre o mundo do cassino neste artigo, como por exemplo no cinema: Ocean’s Eleven, com os grandes astros George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon. E na música como por exemplo: The Gamble de Kenny Rogers, a qual reflete também a vida do cassino. Outro ponto que Al aborda em seu livro sobre o mundo do cassino profissional, é que para esses profissionais do jogo ganhar e perder são fatos diários, mudando a sua forma de encarar o mundo e a realidade das pessoas normais, as quais não sabem muito bem como um cassino funciona. Além disso, este é um mercado que se tornou cada vez mais popular, saindo do mundo fechado para um espaço mais aberto. Ao mesmo tempo, para se tornar um bom jogador profissional é preciso percorrer uma longa estrada, por isso mesmo Al sempre se considerou um amador.

Saiba mais sobre Al Alvarez: um velho escritor apaixonado por cassinos que vive em Londres

O que você pode aprender com The Biggest Game in Town de Al Alvarez
FOTO: telegraph.co.uk

Al Alvarez escreveu diversos livros, sendo que além de escrever, ele também sempre gostou de praticar esportes. Agora na terceira idade, ele se vê preso a uma cadeira de rodas, e afirma que seus últimos anos não tem sido fáceis devido a perda da mobilidade. O autor tem vários livros sobre natação, seu esporte favorito, além do pôquer. Ele ainda pratica natação e também ainda joga pôquer, mas sem se arriscar em nada profissionalmente, somente jogando jogos de forma amadora. Para ele nadar é um forma de se liberar, quando ele nada é possível esquecer de tudo e se sentir maravilhosamente bem. Ele também gosta de nadar em piscinas ao ar livre, quanto mais gelada a água, mais ele se sente poderoso. Ele cresceu em uma família rica e teve uma educação de alto padrão, trabalhando como editor de poesia, e jogando jogos de azar e também praticando esportes todos os finais de semana. Mesmo tendo uma boa produção de livros, Al Alvarez não ficou tão conhecido internacionalmente. Atualmente ele ainda vive em Londres, seguindo sua mesma rotina.

Esse livro não é tão conhecido, mas é uma grande descoberta para quem gosta do mundo do cassino. Nós recomendamos a leitura, principalmente para quem quer aprender sobre os seus jogadores profissionais. Até a próxima resenha!

* Esse post é um publieditorial.

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Resenha

Resenha: A Sombra do Vento – Carlos Luiz Zafón

FOTO: Reprodução

É difícil classificar o gênero de A Sombra do Vento. O autor, Carlos Luiz Zafón, coloca de tudo um pouco nessa obra: mistério, suspense, humor, drama, romance e fantasia. Essa complexidade de gêneros e a profundidade do livro são pontos fundamentais que ajudam a torna-lo tão magnífico e arrebatador.

São 399 páginas, mas, quando a leitura começa, é fácil ler essa obra em poucos dias. Quando passamos da centésima página, a história ganha traços tão complexos que fica difícil parar. A Sombra do Vento é um livro que você para e pensa, questiona e, depois que termina, continua refletindo sobre.

A Sombra do Vento é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo”, analisa a especialista em livros Nathalia Cardoso.

O espanhol Zafón, também famoso por outras obras, lançou esse livro em 2001. Em meio ao mix de emoções que a história traça, o leitor passa por uma montanha-russa junto com os personagens. A sinopse é um pouco complexa por si só, o que dá um indicativo do quão trabalhado, minucioso e bem escrito esse livro é.

Resenha: A Sombra do Vento - Carlos Luiz Zafón
Barcelona é a cidade onde a história é contada FOTO: Divulgação

O livro é retratado no passado. A história começa em 1945, antes de Barcelona tornar-se referência esportiva, grande centro para turistas e um lugar que nós, brasileiros em geral, amamos. Nessa época, há mais de 70 anos, a cidade ainda estava se consolidando no cenário europeu após períodos difíceis.

O personagem central é Daniel Sempere, e a história começa com ele: quando o pai de Daniel o leva para um lugar esquecido em Barcelona. Então, ele conhece uma biblioteca com formato de labirinto que abriga livros esquecidos que poucas pessoas dão valor.

Logo no primeiro livro que Daniel lê, ele se empolga e termina o romance na mesma noite. A obra em questão é A Sombra do Vento, do autor Júlian Carax. Após ficar maravilhado com o livro, Daniel busca mais informações sobre Carax, na expectativa de encontrar mais livros da mesma qualidade.

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Nessa busca por mais livros de Carax, Daniel descobre que, aos poucos, os livros somem sem deixar rastros. Comprometido a saber do paradeiro das outras obras, Daniel começa uma aventura que perdura por décadas.

Zafón tem um toque diferenciado nesse livro, pois ele consegue fazer uma narrativa que em nenhum momento é cansativa, e isso não é fácil se tratando de uma obra que passa através de muitas décadas de vida do personagem principal.

O livro é retratado, em sua maior parte, sob a narrativa pessoal de Daniel. No entanto, ele tem alguns flashbacks em que outros personagens aparecem e dão o tom momentâneo do protagonismo. Aliás, os coadjuvantes ajudam a enriquecer ainda mais a história — em especial Férmin Romero de Torres.

Férmin é o melhor amigo de Daniel na história, e ele é fundamental para o livro. É um personagem muito sensível, com uma trajetória de vida delicada e que, através da simplicidade, consegue tirar boas risadas e grandes frases.

Resenha: A Sombra do Vento - Carlos Luiz Zafón
FOTO: Reprodução

O livro é tão bem escrito que dá uma sensação de que os personagens tiveram uma história verdadeira antes daquele livro, e que continuarão a ter por muito tempo. Mérito de Zafón, que consegue orquestrar a narrativa de modo brilhante.

Outra qualidade da obra é que se trata de um livro que tem o livro como principal assunto. Em muitos momentos, Zafón encontra uma maneira de relembrar para o leitor o valor e a importância que a leitura exerce na sociedade. “Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias”, relata a análise de Cardoso.

Os fãs do livro, no entanto, terão que se contentar com a versão escrita. Zafón já afirmou que não vai realizar uma adaptação da obra para o cinema.

Uma leitura madura, complexa e muito elogiada pela crítica, A Sombra do Vento é uma história que corresponde as ótimas análises.

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Título original: La Sombra Del Viento Resenha: A Sombra do Vento - Carlos Luiz Zafón
Autor:
 Carlos Luiz Zafón
Editora: Suma de Letras
Número de páginas: 399
Ano: 2001
Gênero: Romance
Nota: 

* Esse post é um publieditorial.