Resenha

Resenha: Não Tá Fácil pra Ninguém – Andrew Tsyaston

FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

O sentimento de derrota e desgosto é unânime. Muitas pessoas sentem como se a vida fosse apenas uma sucessão de fracassos. Se você também acha que “não tá fácil pra ninguém”, esse livro é pra você!

Confira a sinopse oficial retirada do site da Companhia das Letras:

Do autor que já conta com mais de 1 milhão de seguidores na internet, estas tirinhas retratam as emoções contraditórias e as situações tragicômicas que enfrentamos no início da vida adulta. Às vezes você mal acorda e já sente que a vida quer te derrubar? Tenta, em vão, conciliar sono, trabalho, exercícios, lazer e vida social, e sente que tem sempre alguém muito melhor do que você em tudo? Não se preocupe, você não está sozinho! Porque a verdade é que não tá fácil pra ninguém.
De forma acessível e certeira, as tiras de Andrew Tsyaston discutem ansiedade, depressão, masculinidade tóxica, autoestima e as expectativas de nossa sociedade em relação aos jovens. Ao longo da leitura, é inevitável se identificar e dar muita risada — ainda que, por dentro, você esteja chorando
“.

CLIQUE ABAIXO PARA GARANTIR O SEU:

Resenha: Não tá fácil pra ninguém - Andrew Tsyaston
FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

Em inglês, o nome do livro é Emotions Explained with Buff Dudes, algo como “Emoções explicadas com caras fortões” ou “Emoções explicadas com caras bombados“. E assumo que achei mais engraçadinho que Não tá fácil pra ninguém (apesar da frase escolhida como título ser bem mais a realidade brasileira/interneteira).

O autor Andrew Tsyaston é conhecido na internet por seus quadrinhos publicados no Instagram @ShenComix, onde publica diariamente suas histórias cheias de humor e tragicomicidade que refletem perfeitamente a vida da Geração Y / millennials.

O livro me lembrou bastante o Ninguém Vira Adulto de Verdade, da autora Sarah Andersen, e publicado pelo mesmo selo da Companhia das Letras: a Editora Seguinte. Porém, não achei assim tãooo engraçado.

Resenha: Não tá fácil pra ninguém - Andrew Tsyaston
FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

Diversas vezes eu achei que o autor perdeu um pouco a mão, e tratou temas que se aproximam da depressão com uma pegada muito leve e/ou engraçadinha demais. Diferente de O Livro dos Coelhos Suicidas, onde esperamos um humor mais ácido e até escrachado.

Enfim, é uma boa opção para passar o tempo. E só. As ilustrações são engraçadinhas e o projeto gráfico do livro é bem legal (gosto muito do marcador de páginas que a Seguinte coloca em todos os livros, geralmente na segunda orelha). Vale para dar umas risadas.

LEIA TAMBÉM

* Esse produto foi um brinde, porém, as informações contidas nesse post expressam as ideias da autora.

Resenha: Não tá fácil pra ninguém - Andrew Tsyaston Título original: Emotions Explained with Buff Dudes
Autor: Andrew Tsyaston
Editora: Seguinte
Número de páginas: 112
Ano: 2019
Gênero: Humor
Nota: ***

Resenha

Resenha: A Louca dos Gatos – Sarah Andersen

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à la Carte

A Louca dos Gatos é a terceira coletânea da cartunista Sarah Andersen, famosa pelas tirinhas Sarah’s Scribbles. O livro, apesar de o nome ser sobre gatos, é sobre temas diversos, especialmente os desafios de ser um “jovem adulto” hoje em dia. Bem millennial mesmo, sabe? Hahaha!

Mas eu me surpreendi com esse livro! É muito engraçado, as tirinhas são fofas e ao mesmo tempo bem divertidas – e algumas até críticas! Os quadrinhos de A Louca dos Gatos são basicamente um manual de sobrevivência para esses tempos conturbados.

Impossível não se identificar com algumas tirinhas, que são muito reais! Escolhi algumas que retratam bem a vida dos ~vinte e poucos anos~:

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
Impossível não chegar em casa e arrancar tudo! Hahaha!

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
Quem tem gato sabe que é EXATAMENTE isso!

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
São muitos nomes para o mesmo gatinho!

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
História da minha vida, diariamente!

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
Quem ama ler um livro antes de dormir com certeza se identifica!

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
QUERO CAFÉ!

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
Passo dias sofrendo pelos personagens fictícios

 

O que mais me surpreendeu, na verdade, é que no final do livro, Sarah Andersen traz alguns ensaios ilustrados, com várias dicas para quem é ou quer tornar-se artista. Como lidar com as críticas, com os famosos haters da internet e quais são os principais mitos e verdades na carreira de quem trabalha com ilustração ou qualquer tipo de arte.

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah Andersen
O que antes era um lugar mágico, agora é lotado de haters 🙁

Para comprar o livro, é só clicar no link abaixo:

Se você busca uma leitura leve, agradável e quer dar boas risadas, esse livro é pra você! Eu adorei e quero mostrar pra todo mundo! Sério, vale muito a pena!

Nós já resenhamos outro livro da Sarah aqui no blog também – um dos primeiros – e adoramos! E você, já conhecia os quadrinhos da autora? Conta pra gente!

LEIA TAMBÉM

Resenha: A Louca dos Gatos - Sarah AndersenTítulo original: Herding Cats
Autora: Sarah Andersen
Editora: Seguinte
Número de páginas: 112
Ano: 2018
Gênero: HQ
Nota

Resenha

Resenha: The Walking Dead – Vol. 1 – Kirkman, Moore e Rathburn

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Primeiramente, eu preciso fazer um aviso: THE WALKING DEAD NÃO É SOBRE ZUMBIS.

Ok, agora podemos continuar.

Não é à toa que TWD tem tantos fãs: o roteiro criado por Robert Kirkman é um dos melhores que já li! Ele realmente sabe como prender o leitor! Não cheguei a ler, mas vi um livro chamado The Walking Dead e a Filosofia a venda e, para mim, esse título define bastante sobre o que realmente é a série: escolhas pessoais. O TEMPO TODO.

Imagine você, recém-acordado de um coma, em um mundo repleto de criaturas estranhas. O que VOCÊ faria?

Para comprar, é só clicar no link abaixo:

De uma coisa, tenho certeza: seria praticamente impossível manter seu senso de justiça 100% intacto. Rick Grimes – o protagonista – até tenta, mas muitas vezes ele vacila ou faz escolhas erradas. Mas não é exatamente isso o que nos faz tão humanos?

We Are The Walking Dead
Rick (todo cagado) em um dos meus momentos favoritos da HQ. Que discurso é esse, meu Deus? FOTO: Reprodução

Enquanto isso, sim, eu disse ENQUANTO ISSO, ele tenta sobreviver nesse ambiente hostil matando alguns “walkers” aqui e acolá.

Basicamente existe uma grande diferença entre a HQ e o seriado da AMC: os quadrinhos conseguem ser ainda mais criativos, sujos e viscerais. Isso mesmo: se você é fã de MUITA AÇÃO e, ao mesmo tempo, MUITO DRAMA, vai curtir demais a HQ de The Walking Dead.

LEIA TAMBÉM

Sem contar outra diferença beeem importante: um dos personagens mais amados do seriado – Daryl Dixon – simplesmente não existe na HQ.

Resenha: The Walking Dead - Edição #1 - Kirkman, Moore e Rathburn
FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Os quadrinhos conseguem ter um arco ainda mais abrangente que o da série de tevê e, como disse, ser ainda mais “fortes”. Infelizmente não poderei citar nenhuma cena mas, acredite: as histórias acabam ficando diferentes e, quem é fã, tem a oportunidade de (muitas vezes) ver duas versões para o mesmo fato. Ex: o “couro” homérico de Michonne (uma das minhas personagens favoritas dos quadrinhos)  no Governador, que na HQ é TENEBROSÍSSIMO! Hahaha!

Destaque também para o ótimo trabalho de Tony Moore e Cliff Rathburn, desenhistas, coloristas e arte-finalistas da história em quadrinhos! Apesar de, para mim, não ser um “traço” marcante ou superartístico, o trabalho deles é minucioso e extremamente detalhista.

Ilustração de Tony Moore
FOTO: Reprodução / Tumblr

Resumindo, vale muito conhecer o universo apocalíptico de série, ainda mais sombrio e profundo!

Resenha: The Walking Dead - Edição #1 - Kirkman, Moore e RathburnTítulo original: The Walking Dead
Autores: Robert Kirkman, Tony Moore e Cliff Rathburn
Editora: HQM Editora
Número de páginas: 32
Ano: 2012
Gênero: HQ
Nota: EstrelaEstrelaEstrelaEstrelaEstrela

Entrevistas

Entrevista: Red Door HQs

Daniel, Bruno e Rafael

Lembra daquela velha brincadeira em que uma pessoa começa a história e a outra continua de onde parou? Pois é mais ou menos assim que funciona a Red Door HQs.

Toda terça-feira, um participante publica uma página da HQ, dando continuidade na história. Essa página é produzida em segredo e os outros dois participantes a veem pela primeira vez junto com todo mundo, quando é publicada. E assim a história vai seguindo, sem roteiro pré-definido. Essa é a ideia dos autores Bruno Arruda, Daniel Queiroz Porto e Rafael Oliveira, que estão a todo vapor com a Red Door HQ. Conversei com os autores e eles falaram um pouco sobre o projeto e ainda deram dicas superlegais para quem tem vontade de fazer quadrinhos no Brasil. Confira:

Entrevista: Red Door HQs
Daniel, Bruno e Rafael

Resenhas: Vocês podem falar um pouquinho sobre como surgiu a ideia da Red Doors? Qual é o diferencial de vocês com esse projeto?

Red Door: Nós sempre tivemos muito interesse em quadrinhos, líamos sempre, e tivemos pouca experiência em produzir, mas nossa vontade de criar era sempre suprimida por um certo receio de que nosso desenho não estivesse “pronto” para produzir um quadrinho. Então, em 2013, o Rafael Oliveira veio com uma ideia: perder esse medo e começar a produzir logo, sem pensar muito. A ideia da Red Door surgiu com esse convite, o combinado foi que toda semana um faria a página e teríamos que publicar em um site, independente da qualidade dela, e um dando continuidade ao que o outro autor fez, sem roteiro definido. Em uma semana já tínhamos um blogspot, uma página definida, um nome para o projeto e a ordem de publicações! Tudo muito rápido para começar a produzir logo e não ficar de mimimi, assim poderíamos aprender na prática e não ter receio de produzir.  Outra coisa ótima do projeto é que estamos em grupo e isso ajuda a dividir as tarefas, motivar um ao outro e a melhorar nossa narrativa e nossa percepção do que o outro deseja fazer ou para onde seguir com a história. Assim todos crescem! Mas o maior diferencial é o ato de as histórias serem produzidas no improviso, página a página.

CONFIRA A ENTREVISTA COM RENATO QUIRINO E ANDRÉ TURTELLI, AUTORES DA HQ “AOKIGARAHA”

Resenhas: Como é o processo de criação das páginas? Existe um roteiro pré-definido ou é mais livre, cada um faz do jeito que acha melhor?

Red Door: No primeiro ano era totalmente livre. A história ficou com 45 páginas e cada hora acontecia algo mais bizarro, e a história foi perdendo o rumo demais! Com alguns feedbacks de amigos e até entre nós mesmos, surgiram novas ideias de mudar algumas diretrizes dentro da nossa dinâmica. Então, desde o ano passado temos feito um pouco diferente para ter um certo direcionamento. As histórias possuem 10 páginas, para que cada um saiba o momento em que o final se aproxima e começarmos a dar um clímax para ela. Outro ponto que melhoramos é que quem começa a história, dá um gênero para ela, como por exemplo: suspense, ação, tiroteio, aventura de RPG. Assim, ela fica mais uniforme e não tão louca como no nosso primeiro ano. Mas fora a limitação do tamanho das histórias, cada um tem bastante liberdade para criar as páginas. Sempre tentamos respeitar os personagens e o gênero da história, mas somos livres para desenvolvê-la como acharmos melhor dentro disso.

Entrevista: Red Door HQs

Resenhas: Como tem sido o contato com o público? Vocês recebem um retorno bacana dos leitores?

Red Door: Por morarmos em Bauru-SP, sempre tivemos pouco contato com leitores de outros lugares. Achávamos que os leitores do nosso site fossem apenas amigos e familiares. Mas isso acabou mudando quando fomos para a CCXP (Comic Con Experience) em dezembro de 2014. Durante o evento, sentimos como é o contato com pessoas que conhecem e quem passou a conhecer lá o nosso trabalho. Foi uma experiência extremamente gratificante. Na Comic Con, conhecemos alguns leitores que já nos acompanhavam há alguns meses e até ficamos amigos do Gabriel, um leitor que em todos os dias do evento vinha até a nossa mesa nos dar um bom dia. Foi muito interessante como algumas pessoas compravam um quadrinho sem saber muito o que esperar e para nossa surpresa, no dia seguinte, voltava e comprava as outras hqs para ler todas! Recentemente o Rafael Oliveira nos representou na 21ª Fest Comix, e falou que alguns leitores que passaram na nossa mesa já possuíam um ou outro de nossos quadrinhos que compraram em lojas que distribuímos no Brasil. É muito bom ter esse tipo de contato com as pessoas que leem o que produzimos, assim temos uma noção de como atingem muito mais do que imaginamos!

Entrevista: Red Door HQs

Resenhas: O que vocês acham mais difícil na hora de criar os quadrinhos? A história, o desenho, a finalização…? Quais são os desafios?

Red Door: Nessa parte acho que cada um possui uma dificuldade, mas em todos esses aspectos temos algo para melhorar. Nós três somos formados em Design, então naturalmente nos expressamos melhor por imagens. Temos alguma facilidade em criar histórias, mas na hora de escrever é sempre um desafio deixá-la redonda para o roteiro. Assim como temos dificuldades em desenhar algo que nunca desenhamos ou também achar um estilo de finalização que se encaixe melhor na história. Porém esses desafios são o que nos fazem crescer e aprender que tudo isso é uma questão de hábito e se desafiar a fazer! Mas o que é mais desafiador na produção de quadrinhos é que é uma tarefa bem solitária e passamos muito tempo na prancheta/computador. Por esse motivo temos que ter uma grande força de vontade e permanecer horas e horas para que saia com a melhor qualidade possível.

Resenhas: Vocês lançaram a versão impressa da HQ, o volume 1. Quais são os planos futuros? Vocês pretendem continuar publicando ou vão focar mais no digital?

Red Door: Nossos planos são de produzir um volume da Red Door por ano, já que no site produzimos semanalmente, então o compilado disso se tornaria nosso volume anual.  Outro motivo para que isso aconteça é que também colecionamos quadrinhos e é muito bom ter a HQ física para ler e reler quando quiser! Como a Red Door funciona como um selo, também temos nossos quadrinhos pessoais, então fora esse volume anual, podem surgir outras hqs. Inclusive, já estamos produzindo para esse ano: mais uma física e uma outra digital. Então, a ideia é que o impresso alimente o site e o site alimente o impresso, com histórias em ambos!

Entrevista: Red Door HQs

Resenhas: Quais dicas vocês dão para quem quer começar a fazer quadrinhos?

Red Door: A maior lição que o projeto nos ensinou foi parar de ter esse receio de começar a fazer alguma coisa por achar que não está pronto e começar a fazer de fato. Isso vale para tudo, não só para quadrinhos, com o tempo e aprimoramento você vai melhorando e, para que isso aconteça, é bom que desenhe páginas de quadrinhos. Só assim é possível praticar e aprimorar sua narrativa. Outra dica é que você não precisa fazer tudo sozinho. É normal querer pegar todo o trabalho para si, e muitos de nós, como artistas, temos histórias que queremos contar nós mesmos. Mas não se prenda a isso como uma obrigação, faça amizades, arranje companheiros. Se você não é bom em escrever histórias, mas gosta de desenhar, procure um parceiro para colaborar! Ache pessoas que complementem suas habilidades e dividam um sonho com você. Mesmo que seja para cada um trabalhar em um projeto pessoal, mas tenha pessoas com quem pode compartilhar seu trabalho e deixar o ato de produzir quadrinhos menos solitário!

Resenha

Resenha: Aokigahara – André Turtelli e Renato Quirino

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Quando peguei a HQ Aokigahara na mão, já me impressionei! Sem saber o que iria encontrar no miolo, fiquei hipnotizada pelo estilo do quadrinista Renato Quirino e admirada com os mínimos detalhes dos traços. Já percebi que seria o tipo de história que eu iria gostar, apesar de quase nunca ter lido quadrinhos na minha vida.

Aliás, fazer essa resenha não é uma tarefa fácil pra mim: meu repertório é mínimo em relação a HQs, portanto, me perdoem se usar algum termo ou palavra errada. Mas não é porque não conheço muitas obras que não posso admirar uma que gostei bastante, não é verdade?

Aokigahara me deu a impressão de ser um conto. São poucas páginas, li bem rapidinho e acredito que a intenção dos autores era essa: mostrar uma história sensível, poética, mas sem aprofundar demais no tema ou nos personagens. É aquele tipo de história que passa voando – traz uma mensagem rápida – mas que cria marcas profundas.

Resenha Aokigahara - André Turtelli e Renato Quirino
FOTO: Divulgação / André Turtelli e Renato Quirino

Não vou detalhar a trama, já que o final é uma surpresa e pode estragar a experiência de outros leitores. Mas o que posso dizer é: você vai acompanhar a trajetória de dois personagens que vão para a triste floresta de Aokigahara, no Japão, conhecida como a Floresta dos Suicidas. Como é uma floresta muito densa, com pouco vento e quase nada de vida selvagem, o local é bastante silencioso. Em média, são encontrados 100 corpos (!!!) ao ano por lá, inclusive esqueletos mais antigos. Triste, né? Existem diversos documentários e filmes sobre essa floresta. Melancólico, mas também interessante para entender porque tantas pessoas tiram a própria vida naquele lugar.

Gostei bastante da temática da HQ e achei muito importante falar sobre suicídio, que, por ser um tema muito delicado, ainda é considerado um tabu em muitas culturas. Também adorei como os autores nos fazem sentir a dor dos personagens, ainda que conhecendo-os tão pouco.

O que posso dizer de Aokigahara? É sensível, gentil, mas ao mesmo tempo, toca na ferida. Muito bom mesmo! Isso sem falar na arte em si, que é incrivelmente detalhada e feita com o maior cuidado possível.

Acho que vou começar a ler mais quadrinhos.

PS: A Mel fez uma entrevista com os autores André Turtelli e o Renato Quirino. Confira aqui!

LEIA TAMBÉM

Capa HQ Aokigahara

Título original: Aokigahara
Autor: André Turtelli e Renato Quirino
Editora:
Número de páginas: 32
Ano: 2015
Gênero: HQ
NotaEstrelaEstrelaEstrelaEstrelaEstrela