Resenha

Resenha: A Época da Inocência – Edith Wharton

Sou viciada em romances do século XIX, mas A Época da Inocência foi uma das obras que demorei para demonstrar interesse. Assisti ao filme primeiro, de Martin Scorsese, mas na época não gostei muito. Esperei alguns anos para começar a leitura e esquecer completamente a história para dar início à trama de Newland Archer e Ellen Olenska. Confesso que a leitura já me prendeu no início, especialmente por conta da ironia da autora Edith Wharton, que consegue retratar com perfeição a hipocrisia da high society nova-iorquina nos idos de 1870.

Vamos à sinopse?

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Resenha: Nossas Noites – Kent Haruf

Nossas Noites foi o último trabalho publicado por Kent Haruf, que faleceu em 2014, aos 71 anos. O que mais me chamou a atenção, a princípio, foram os protagonistas. Eu não conseguia me lembrar de quantos livros havia lido com personagens septuagenários como protagonistas e, por isso, resolvi dar uma chance para o romance de Haruf.

Os capítulos supercurtos fazem o leitor engatar de uma vez na história e, quando você percebe, já está completamente tomado pelo enredo de Louis e Addie.

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Resenha: Uma Canção de Natal – Charles Dickens

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à la Carte

O livro Uma Canção de Natal é um clássico! Já havia lido há alguns anos, com o título Um Cântico de Natal. Neste ano, a Penguin-Companhia relançou a obra de Dickens com uma nova tradução e um ensaio introdutório que trouxe informações interessantes sobre o processo de criação do livro.

Uma Canção de Natal praticamente reinventou o espírito natalino. Com a crescente industrialização da Inglaterra e o aumento da desigualdade nas cidades – especialmente em Londres -, Dickens escreveu em poucos dias a história que traria uma nova luz sob o verdadeiro sentido desta data: a compaixão.

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Resenha: Um Lugar Bem Longe Daqui – Delia Owens

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à la Carte

Fiquei interessada pela leitura de Um Lugar Bem Longe Daqui após ter visto a repercussão do livro, especialmente depois da indicação de Reese Whiterspoon. Fui influenciada pela influencer (hahaha) e confesso que me surpreendi. Na verdade eu não havia lido NADA a respeito, então foi uma boa surpresa! O livro é realmente ótimo, empolgante, triste e ao mesmo tempo reflexivo. Sim, é tudo isso mesmo! Mas, antes de começar, vamos à sinopse:

Por anos, boatos sobre Kya Clark, a “Menina do Brejo”, assombraram Barkley Cove, uma calma cidade costeira da Carolina do Norte. Ela, no entanto, não é o que todos dizem. Sensata e inteligente, Kya sobreviveu por anos sozinha no pântano que chama de lar, tendo as gaivotas como amigas e a areia como professora. Abandonada pela mãe, que não conseguiu suportar o marido abusivo e alcoólatra, e depois pelos irmãos, a menina viveu algum tempo na companhia negligente e por vezes brutal do pai, que acabou também por deixá-la.

Anos depois, quando dois jovens da cidade ficam intrigados com sua beleza selvagem, Kya se permite experimentar uma nova vida — até que o impensável acontece e um deles é encontrado morto.

Ao mesmo tempo uma ode à natureza, um emocionante romance de formação e uma surpreendente história de mistério, Um lugar bem longe daqui relembra que somos moldados pela criança que fomos um dia e que estamos todos sujeitos à beleza e à violência dos segredos que a natureza guarda.

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Resenha: F*deu Geral – Mark Manson

Arthur Schopenhauer dizia algo como “A vontade é cega e irracional“.  Na segunda temporada de Dark, um dos episódios inicia com um monólogo do personagem Adam falando exatamente sobre como o homem é controlado por suas emoções. O quanto nos enganamos achando – ou tentando achar – respostas que nos pareçam levemente plausíveis para explicar ações tomadas no dia a dia. E o que tudo isso tem a ver com F*deu Geral?