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Resenha: CASH – Johnny Cash e Patrick Carr

Resenha: CASH - Johnny Cash

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Olá, ele é o Johnny Cash.

Não, não tinha como começar essa resenha de outro jeito.

Subverti a ordem das coisas e acabei conhecendo melhor a obra de Cash através do filme Johnny e June (Walk the line, 2005). É claro que eu já havia ouvido um ou outro sucesso do cantor – até por que, não vivo numa bolha – mas nunca parei para escutar a obra, analisar, e claro: me apaixonar.

Enfim, logo depois de assistir ao filme (que tem interpretações e músicas belíssimas), foquei meus dias na descoberta do Sr. Cash e de sua obra: ouvi incessantemente os cds, assisti ao filme mais umas 5x, e devorei a autobiografia CASH.

Talvez o único comentário que eu possa tecer sobre esse homem, possa se resumir em uma palavra: dualidade.

Johnny era o anjo e o demônio, era o bem e o mal, era caridoso e egoísta, humilde e arrogante, e muitos outros adjetivos mais. Isso fica claro desde o início do livro.

O bom de uma autobiografia é a visão do autor sobre ele mesmo. Enquanto eu, lendo, pensava “caramba, que homem incrível!”, Johnny dizia sobre si mesmo: “eu tenho uma certa responsabilidade sobre o country, mas não é tudo isso o que as pessoas falam”. OI?

Enquanto lia, tive a impressão de estar sentada ao lado do avô de alguma amiga, enquanto ele me contava histórias e tomávamos uma xícara de chá. Acho que isso resume bem o tipo de biografia que você encontrará em CASH. O livro aborda a vida do astro sob uma perspectiva completamente nova: a dele mesmo.

Johnny tece poucos comentários sobre o sucesso, e foca a biografia em seus amigos, familiares, Deus, e claro, sua vida na estrada – que, para o astro, foi um dos motivos de ter chego “tão longe”.

COMPLEMENTO

  • Johnny Cash Radio – 24h de Cash, com sposts de informações sobre a vida e a obra do artista.
  • Out Among the Stars – o novo álbum (póstumo) de Cash foi lançado em março de 2014 conta com o single “She used to love me a lot“. Imperdível!
  • Johnny e June – pra quem ainda não assistiu, vale a pena! Com Joaquin Phoenix e Reese Witherspoon interpretando Cash e sua mulher. Confira o trailer.

CASH - Johnny Cash e Patrick Carr

 

Título original: CASH
Autor: Johnny Cash e Patrick Carr
Editora: Leya
Número de páginas: 280
Ano: 2013
Gênero: Autobiografia
Nota1 estrela1 estrela1 estrela1 estrela1 estrela


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Escrito por:

Melissa Marques


Os 100 livros essenciais da literatura mundial

Sempre fui uma viciada em listas na internet e adoro ficar vasculhando novos desafios literários. Como gosto bastante de literatura clássica, fui logo buscando uma lista com as obras mais importantes de todos os tempos. Me deparei com a lista “Os 100 livros essenciais da literatura mundial”, que acredito ter sido lançada em alguma edição especial da falecida revista Bravo!. Achei a lista um pouco estranha, já que alguns livros superfamosos e importantes não estão listados. Por exemplo, o livro de Hemingway que aparece é “Adeus Às Armas” e eu jurava que seria “O Velho e o Mar”.

Os 100 livros essenciais da literatura mundial

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

Mas, no fim, isso é até bom: a gente  desapega do óbvio e acaba conhecendo coisas novas. Dos 100, eu li apenas 14 (em negrito), mas posso afirmar que são livros excepcionais, daqueles que mudam sua visão sobre tudo. O desafio é começar a ler o restante e ampliar ainda mais o conhecimento literário.

E vocês, quantos livros já leram da lista abaixo?

1. Ilíada, de Homero

2. Odisseia, de Homero

3. Hamlet, de William Shakespeare

4. O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes

5. A Divina Comédia, de Dante Alighieri

6. Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust

7. Ulisses, de James Joyce

8. Guerra e Paz, de Leon Tolstói

9. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski

10. Os Ensaios, de Michel de Montaigne

11. Édipo Rei, de Sófocles

12. Otelo, de William Shakespeare

13. Madame Bovary, de Gustave Flaubert

14. Fausto, de Goethe

15. O Processo, de Franz Kafka

16. Doutor Fausto, de Thomas Mann

17. As Flores do Mal, de Charles Baudelaire

18. O Som e a Fúria, de William Faulkner

19. A Terra Desolada, de T. S. Eliot

20. Teogonia, de Hesíodo

21. Metamorfoses, de Ovídio

22. O Vermelho e o Negro, de Stendhal

23. O Grande Gatsby, de Francis Scott Fitzgerald

24. Uma Temporada no Inferno, de Arthur Rimbaud

25. Os Miseráveis, de Victor Hugo

26. O Estrangeiro, de Albert Camus

27. Medeia, de Eurípides

28. Eneida, de Virgílio

29. Noite de Reis, de William Shakespeare

30. Adeus às Armas, de Ernest Hemingway

31. O Coração das Trevas, de Joseph Conrad

32. Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

33. Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf

34. Moby Dick, de Herman Melville

35. Histórias Extraordinárias, de Edgar Allan Poe

36. A Comédia Humana, de Honoré de Balzac

37. Grandes Esperanças, de Charles Dickens

38. O Homem sem Qualidades, de Robert Musil

39. As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift

40. Finnegans Wake, de James Joyce

41. Os Lusíadas, de Luís de Camões

42. Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas

43. Retrato de uma Senhora, de Henry James

44. Decamerão, de Giovanni Boccaccio

45. Esperando Godot, de Samuel Beckett

46. 1984, de George Orwell

47. A Vida de Galileu, de Bertolt Brecht

48. Os Cantos de Maldoror, de Lautréamont

49. A Tarde de um Fauno, de Stéphane Mallarmé

50. Lolita, de Vladimir Nabokov

51. Tartufo, de Molière

52. As Três Irmãs, de Anton Tchekhov

53. O Livro das Mil e Uma Noites

54. O Burlador de Sevilha, de Tirso de Molina

55. Mensagem, de Fernando Pessoa

56. Paraíso Perdido, de John Milton

57. Robinson Crusoé, de Daniel Defoe

58. Os Moedeiros Falsos, de André Gide

59. Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

60. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

61. Seis Personagens à Procura de um Autor, de Luigi Pirandello

62. As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll

63. A Náusea, de Jean-Paul Sartre

64. A Consciência de Zeno, de Italo Svevo

65. Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene Gladstone O’Neill

66. A Condição Humana, de André Malraux

67. Os Cantos, de Ezra Pound

68. Canções da Inocência-Canções da Experiência, de William Blake

69. Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams

70. Ficções, de Jorge Luis Borges

71. O Rinoceronte, de Eugène Ionesco

72. A Morte de Virgílio, de Hermann Broch

73. Folhas de Relva, de Walt Whitman

74. O Deserto dos Tártaros, de Dino Buzzati

75. Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

76. Viagem ao Fim da Noite, de Louis-Ferdinand Céline

77. A Ilustre Casa de Ramires, de Eça de Queirós

78. O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar

79. As Vinhas da Ira, de John Steinbeck

80. Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar

81. O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger

82. As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain

83. Contos, de Hans Christian Andersen

84. O Leopardo, de Tomasi di Lampedusa

85. A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Tristram Shandy, de Laurence Sterne

86. Uma Passagem para a Índia, de Edward Morgan Forster

87. Orgulho e Preconceito, de Jane Austen

88. Trópico de Câncer, de Henry Miller

89. Pais e Filhos, de Ivan Turguêniev

90. O Náufrago, de Thomas Bernhard

91. A Epopeia de Gilgamesh

92. O Mahabharata

93. As Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino

94. On The Road, de Jack Kerouac

95. O Lobo da Estepe, de Herman Hesse

96. O Complexo de Portnoy, de Philip Roth

97. Reparação, de Ian McEwan

98. Desonra, de J. M. Coetzee

99. As Irmãs Makioka, de Junichiro Tanizaki

100. Pedro Páramo, de Juan Rulfo


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: Não Sou Uma Dessas – Lena Dunham

Até então, nunca tive contato com nenhuma obra de Lena, nem seus filmes independentes ou até mesmo a famosa série Girls, transmitida pela HBO. Tudo o que eu sabia dessa mulher era: ela é uma pessoa polêmica. Feminista. E que usa looks “duvidosos” em alguns red carpets.

E só. Bem superficial, eu sei. Por isso, ao saber do lançamento de Eu Não Sou Uma Dessas pela Editora Intrínseca, decidi dedicar um tempo à leitura do livro e conhecer melhor a intérprete de Hannah Horvath.

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

A primeira impressão que tive foi boa: achei Lena uma pessoa bem lúcida. Esperava alguém mais afetado e que só pensasse em sexo (como algumas pessoas definem a personagem dela em Girls).

Mas não! Apesar de o tema ser abordado diversas vezes e de diferentes formas no livro, não se trata apenas disso.

Lena fala sobre adolescência, crescimento pessoal, dificuldades para se fazer ouvir, masturbação, estranhamento com o próprio corpo, doenças do sono, DSTs, e muitos outros temas que podem ou não ser tabus para você.

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Ela é corajosa, se expõe e não tem medo ou vergonha disso (dá pra perceber pelas cenas de nudez dela no seriado, né?). Como a própria Lena diz na introdução do livro

“[…] se eu puder lançar mão do que aprendi para tornar qualquer tarefa mais fácil para você […] então cada passo em falso que dei terá valido a pena”.

E é exatamente isso que acontece: você, com certeza, não passará pelas quase 300 páginas do livro sem se identificar com alguma história descrita por Lena. O livro é uma verdadeira conversa: parece que estamos lidando com uma amiga de longa data que, ao conseguir um espaço na agenda, resolve colocar o papo em dia com a galera.

O livro poderia ser um diálogo na mesa de bar ou ter sido discutido durante um jantar entre amigas, mas Lena resolveu expandir seus medos, certezas, derrotas, amizades, amores, doenças, criatividade, para outras pessoas e pretende, com isso, fazer com que o leitor repense seus próprios medos, certezas, derrotas…

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

O livro é bem fluído. Na primeira noite que peguei para ler foram 60 páginas em meia hora! Rápido e direto ao ponto, assim como a autora. Ótimo para os que – como eu – adoram biografias! Além disso, a pegada de “reflexão” também é superválida, principalmente agora no início do ano, né?

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Alguém já leu? Concorda comigo? O que vocês acharam de “Não Sou Uma Dessas”? Conta pra gente nos comentários.

LEIA TAMBÉM

Não sou uma dessas - Lena Dunham Título original: Not that kind of girl: a young woman tells you what she’s “learned”
Autor: Lena Dunham
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 304
Ano: 2014
Gênero: Autobiografia
Nota: 1 estrela1 estrela1 estrela1 estrelaestrela vazia


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Escrito por:

Melissa Marques


Resenha: O Lobo do Mar – Jack London

Estava louca pra ler O Lobo do Mar, do autor norte-americano Jack London. A edição comentada da Zahar me chamou a atenção e logo já coloquei na lista de “desejados”. No Natal de 2014 minha irmã me deu de presente e comecei a ler assim que consegui em 2015. No geral, o livro empolga bastante, a leitura é tranquila e os personagens são excelentes. Mas, me senti meio frustrada mais para o final, onde o livro deu uma reviravolta que não me agradou.

O Lobo do Mar fala sobre muitas temáticas interessantes, principalmente o medo da morte, a importância que cada um dá à própria vida, religião, criacionismo, evolução, darwinismo, etc.

“Há uma quantidade limitada de água, de terra, de ar, mas a vida que está à espera de nascer é ilimitada. A natureza é de uma prodigalidade infinita.”

A história é bem simples: o náufrago Humphrey van Weyden é resgatado pela escuna Ghost, comandada pelo capitão Wolf Larsen. No entanto, o capitão ao invés de ajudar o náufrago a desembarcar no porto mais próximo, o obriga a trabalhar no navio, onde impõe regras violentas e faz da vida de Weyden um inferno.

Resenha: O Lobo do Mar

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

O embate e diálogos entre o protagonista e Wolf Larsen são as melhores partes do livro. O conteúdo é riquíssimo e recheado de reflexões. Ao mesmo tempo em que Weyden é um homem literato, civilizado e com concepções de mundo moralistas, Wolf Larsen é a figura do homem primitivo, animalesco. O clima de tensão que paira no ar, assim como a sensação de estar aprisionado e entregue ao destino, faz do livro uma obra instigante.

Porém, a partir da metade do livro, há uma pequena reviravolta na trama: o surgimento de uma nova personagem traz um baque, uma mudança completa de enredo. Senti que o autor parece ter mudado de ideia no meio do caminho, criando uma nova alternativa que não condiz muito com o restante da obra.

Resenha: O Lobo do Mar

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

O que poderia ter sido uma obra fenomenal, se arrasta da metade em diante, apresentando situações cansativas e que não fazem muito sentido com a proposta inicial. O que antes era incrível e digno de se tornar um clássico da literatura, se perde em um romance pouco convincente.

“O homem é inconstante como os ventos e as correntes marinhas. Nunca se pode adivinhar. Quando a gente julga que já o conheçe e que está a impressioná-lo bem, se vira ele contra nós aos berros e nos rasga as velas todas.”

No decorrer do livro, são utilizados inúmeros termos náuticos, mostrando claramente a experiência de London como marinheiro. São tantas palavras complicadas e descrições longas de processos marítimos, que é possível cansar facilmente e acabar pulando essas partes. Confesso que em alguns momentos, enquanto Weyden descrevia os nós que fez, ou comentava sobre o ritmo da escuna, eu nem prestava muita atenção.

Um ponto interessante é que o protagonista cresce muito como pessoa, passa por uma transformação satisfatória. O que antes era um personagem fraco e debilitado, de repente se torna forte, competente e ávido por viver. As frustrações iniciais o derrubaram mas o deixaram mais maduro para lidar com o monstro que é Wolf Larsen.

Aliás, Wolf Larsen é um personagem incrível, com uma personalidade confusa, doentia e ao mesmo tempo sensível. Por vezes gostamos dele e até acreditamos que ele não é de todo mal; no entanto, quando estamos simpatizando com Larsen, ele volta a tomar atitudes absurdas. É um mix de sentimentos, parece até mesmo um episódio de Game of Thrones! haha

Resenha: O Lobo do Mar

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

Mas no geral, recomendo a leitura. Inclusive, achei que somente eu não tinha aprovado o final, mas no prefácio do livro (escrito por Joca Reiners Terron), ele conta que na época que o livro foi publicado, a crítica especializada reclamou muito do final. No fim das contas, o autor revelou que alterou o final para que a obra fosse mais comercial, por isso a pitada de romance. Mas, não retira a genialidade de London em O Lobo do Mar.

“Você fala do instinto da imortalidade. Eu falo do instinto da vida, que é viver, e que, quando a morte se figura próxima e iminente, vence o instinto da imortalidade.”

LEIA TAMBÉM

O Lobo do Mar - Jack London

 

Título original: The Sea Wolf
Autor: Jack London
Editora: Zahar
Número de páginas: 368
Ano: 2013
Gênero: Ficção
Nota1 estrela1 estrela1 estrelaestrela vaziaestrela vazia


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente – Agatha Christie

CHEGA DE JULGAMENTOS!

Nunca mais serei alvo de risos contidos e olhos esbugalhados me perguntando: “COMO ASSIM, VOCÊ NUNCA LEU AGATHA CHRISTIE?”.
Pois é, minha gente! Minha hora de brilhar ler um livro da Rainha do Crime chegou!

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Vou falar bem ~de boas~ sobre o enredo, já que não é novidade pra ninguém, a não ser pra mim, né? haha

Resumindo (muito bem resumido), em uma viagem de trem à Londres, durante uma parada por causa de uma nevasca, o corpo de um dos passageiros é encontrado com 12 facadas e cabe ao detetive Hercule Poirot solucionar o crime antes da polícia iugoslava.

O que mais me espantou (aka: me deixou “de cara”) foi o fato de o livro ter “apenas” (digo apenas por que, para um leitor acostumado com livros de mais de 300 páginas, esse pode ser considerado pequeno) 200 páginas e tantas ideias borbulhantes e reviravoltas.

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Posso dizer que cheguei a suspeitar de cada um dos viajantes do Expresso do Oriente. Pra depois, claro, pensar: “que idiota, claro que não!”.
Fiquei sem comer, sem dormir (de domingo pra segunda dormi 3h, valeu, Agatha!), sem sair! Haha. Gente, sério. O negócio é incrível, tenso, e você NÃO PODE PARAR! ~não para, não para, não para, não!~

Eu, muito ligeira, sagaz e espertona, tinha certeza – ou uma boa aposta – sobre como terminaria o livro.
E olha, posso dizer: NÃO TEM NADA A VER COM O QUE EU PENSEI.
RISOS.

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Ou tem. Até tem. Mas o fim você só vai descobrir lendo.
No decorrer do livro, como a maioria dos suspenses policiais, a autora lança diversas dicas, mas que você só acaba percebendo quando chega na última página.

Resumindo, Agatha, fofa… Você merece totalmente o título. Você é linda, rainha, querida, lacradora, diva e muito mais. Te considero pakas.
PS: Senti falta de uma notinha de rodapé traduzindo algumas frases em francês.
PS²: Li várias resenhas apontando o livro como um dos melhores da Agatha, então, se você ainda não leu, vale a pena tirar umas horinhas para se dedicar ao crime 😉 #tôprocrime

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

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O livro será adaptado para os cinemas! Confira o trailer legendado:

Assassinato no expresso do oriente - Agatha ChristieTítulo original: Murder on the Orient Express
Autor: Agatha Christie
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 200
Ano: 2014
Gênero: Ficção / Policial
Nota


2 Comentários
Escrito por:

Melissa Marques


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