Resenhas  |  01.10.2016

Resenha: The Walking Dead – Vol. 1 – Kirkman, Moore e Rathburn

Primeiramente, eu preciso fazer um aviso: THE WALKING DEAD NÃO É SOBRE ZUMBIS.

Ok, agora podemos continuar.

Resenha: The Walking Dead - Edição #1 - Kirkman, Moore e Rathburn

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Não é à toa que TWD tem tantos fãs: o roteiro criado por Robert Kirkman é um dos melhores que já li! Ele realmente sabe como prender o leitor. Não cheguei a ler, mas vi um livro chamado The Walking Dead e a Filosofia à venda e, para mim, esse título define bastante sobre o que realmente é a série: escolhas pessoais. O TEMPO TODO.

Imagine você, recém-acordado de um coma, em um mundo repleto de criaturas estranhas. O que você faria?

Para comprar a HQ, é só clicar no link abaixo:

De uma coisa, tenho certeza: seria praticamente impossível manter seu senso de justiça 100% intacto. Rick Grimes – o protagonista – até tenta, mas muitas vezes ele vacila ou faz escolhas erradas. Mas não é exatamente isso o que nos faz tão humanos?

Resenha: The Walking Dead - Edição #1 - Kirkman, Moore e Rathburn

Rick em um dos meus momentos favoritos da HQ. Que discurso é esse, meu Deus? FOTO: Reprodução

Enquanto isso, ele tenta sobreviver nesse ambiente hostil matando alguns “walkers” aqui e acolá.

Basicamente existe uma grande diferença entre a HQ e o seriado da AMC: os quadrinhos conseguem ser ainda mais criativos, sujos e viscerais. Isso mesmo: se você é fã de muita ação, ao mesmo tempo, muito drama, vai curtir demais a HQ de The Walking Dead.

Sem contar outra diferença bem importante: um dos personagens mais amados do seriado – Daryl Dixon – simplesmente não existe na HQ.

Os quadrinhos conseguem ter um arco ainda mais abrangente que o da série de tevê. Infelizmente não poderei citar nenhuma cena mas, acredite: as histórias acabam ficando diferentes e, quem é fã, tem a oportunidade de (muitas vezes) ver duas versões para o mesmo fato. Ex: o “couro” homérico de Michonne (uma das minhas personagens favoritas dos quadrinhos)  no Governador, que na HQ é TENEBROSÍSSIMO! Hahaha!

Destaque também para o ótimo trabalho de Tony Moore e Cliff Rathburn, desenhistas, coloristas e arte-finalistas da história em quadrinhos! Apesar de, para mim, não ser um “traço” marcante ou superartístico, o trabalho deles é minucioso e extremamente detalhista.

FOTO: Reprodução/Tumblr

 

Resumindo, vale muito conhecer o universo apocalíptico de série, ainda mais sombrio e profundo!

NOTA: EstrelaEstrelaEstrelaEstrelaEstrela

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