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Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

A Entertainment Weekly divulgou ontem (03) algumas imagens exclusivas dos personagens da nova adaptação cinematográfica de Assassinato no Expresso do Oriente.

Confira:

Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

 

Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

 

Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

 

Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

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Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

 

Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

 

Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

 

Confira as primeiras imagens da adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente

FOTO: Divulgação / Entertainment Weekly

Segundo a publicação, na capa da revista você ainda acha uma “pista” do(s) assassinato(s). Depois é só entrar no site Clues Are Everywhere e se divertir com o joguinho.

O filme promete ser incrível! Quem aí está ansioso? 🙂

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Escrito por:

Melissa Marques


Entrevista: Babi A. Sette, autora de O Despertar do Lírio

Um livro lindo, sensível e surpreendente: é o que você vai encontrar ao ler Entre o Amor e o Silêncio, da paulistana Babi A. Sette. A autora está conquistando uma legião de fãs e admiradores com suas histórias que mesclam romance e sobrenatural. Se você ainda não conhece, com certeza, vai se apaixonar. Agora, Babi aposta no lançamento O Despertar do Lírio para continuar fazendo os leitores sonharem! Confira a entrevista:

Entrevista: Babi A. Sette, autora de O Despertar do Lírio

FOTO: Divulgação

Melissa: Como surgiu a ideia de escrever Entre o Amor e o Silêncio? Quais são suas fontes de inspiração?

Babi: A ideia surgiu com a imagem de um homem em coma e uma mulher lendo para ele. Eu sabia que ela estava apaixonada por esse homem. Soube também que era o começo de uma nova história. Minha fonte de inspiração é o amor.

Melissa: No seu livro Entre o Amor e o Silêncio você aborda o tema “trabalho voluntário”. Você já foi voluntária alguma vez? Indica esse tipo de trabalho?

Babi: Já fui voluntária e acho que é uma grande oportunidade de troca. Indico a quem se sinta compelido a fazer com o coração. Isso porque, como em qualquer trabalho, tem que existir o comprometimento e a doação pessoal. Mas, também não acho quem não faz trabalho voluntário é mais ou menos nobre do que quem faz. Acho que tudo na vida é como você faz e não o que você faz.

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Melissa: Seu romance tem uma carga dramática bem forte. Você gosta de “livros que fazem chorar”?

Babi: Acredito que a vida tem uma carga emocional muito forte, então, gosto de encontrar isso na arte. Mas, para mim, o final tem que valer a pena. Sendo sincera, não gosto de finais tristes, prefiro aqueles finais que nos enchem de esperança e que nos fazem suspirar.

Melissa: Muitas garotas, assim como a personagem Francesca, idealizam os homens. Qual o seu conselho para que elas lidem com isso de forma saudável?

Babi: Talvez entender que uma relação saudável não é feita de dois seres incompletos que necessitam um do outro para estar bem, e sim, de uma relação que é feita de duas pessoas completas que somam por estarem juntas.

Melissa: Seu livro foi lançado durante a Bienal do Livro de 2014 e a primeira edição esgotou em poucos meses. Como você se sente?

Babi: Realizada, grata, estimulada a prosseguir, com a certeza de que quando estamos no caminho certo, tudo flui e acontece para que continuemos nesse caminho.

Confira o booktrailer de O Despertar do Lírio:

Melissa: A internet, sem dúvidas, aproximou autores e leitores. Como é a resposta do seu público? Você costuma conversar com eles sobre a obra?

Babi: Sempre. Adoro o contato e não respondo isso porque parece politicamente correto e sim, porque é verdade. O contato e o carinho do público completam o final feliz da minha história.

Melissa: Qual é o seu conselho amoroso para as garotas que sofrem com desilusões amorosas?

Babi: Acho que posso dar esse conselho, porque eu fui uma menina novinha que sofria por amor. Vivia apaixonada e estava constantemente sofrendo por isso. O conselho seria: ame-se, valorize quem você é de verdade. A pessoa ideal é quem se encanta pela sua verdade. Seja a sua melhor companhia. Quando estamos bem conosco, largamos a ânsia da procura e quando paramos de buscar, encontramos aquilo ou aquele que nos esperava.

Melissa: O que vocês está lendo atualmente? Indique uma obra pra gente!

Babi: Eu acabei agora Para onde ela foi, da Gayle Forman , é a sequência do Se eu ficar. Indico esta série.

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Entrevista: Melissa Ladeia Marques | Conteúdo original publicado no site todateen.


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Escrito por:

Melissa Marques


Resenha: A Arte de Escrever Bem – Dad Squarisi e Arlete Salvador

O livro A Arte de Escrever Bem, de Dad Squarisi e Arlete Salvador, é um excelente guia para quem está começando a faculdade de jornalismo. Se eu tivesse lido esse livro lá em 2009, quando comecei o curso, com certeza teria me ajudado bastante.

Resenha: A Arte de Escrever Bem - Dad Squarisi e Arlete Salvador

FOTO: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

Se você busca um livro para escrever melhor em qualquer situação, ou procura dicas gramaticais para melhorar sua escrita, A Arte de Escrever Bem pode te ajudar em partes. A obra traz informações sobre construção de frases, ensina como deixar um texto bem escrito, além de dicas imprescindíveis para montar um trabalho de qualidade, mas sempre com foco no texto jornalístico. Então, se você não quer trabalhar na área ou busca outro tipo de conhecimento gramatical e/ou linguístico, o livro pode não suprir suas expectativas.

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Mesmo trabalhando na área há alguns anos, algumas dicas do livro iluminaram meu ponto de vista em relação a como melhorar os textos. Jornalistas, na maioria das vezes, acabam aprendendo a escrever bem com a prática e o treino, mas na correria do dia a dia esquecem de enriquecer a linguagem e buscar a melhor forma de transmitir a informação ao leitor.

Dad Squarisi é professora de português e ensina de um jeito bem divertido algumas regrinhas para escrevermos com mais atenção. Por exemplo:

  • Seja natural: imagine que o leitor esteja à sua frente ou ao telefone conversando com você;
  • Seduza: vá direto ao assunto e comece pelo mais importante;
  • Prefira frases curtas e opte por palavras curtas e simples;
  • Restrinja a entrada de adjetivos;
  • Seja conciso;
  • Procure escrever frases harmoniosas;
  • Busque a clareza e teste a legibilidade do texto.

Em cada um desses tópicos, a autora complementa com exemplos claros e fáceis de entender. Vale muito a pena!

Além das dicas para escrever bem, a autora e jornalista Arlete Salvador complementa o livro com explicações sobre os gêneros jornalísticos. Apresentando muitos exemplos de diferentes jornais brasileiros, ela aponta o que é reportagem factual, grande reportagem, como é trabalhar nas grandes redações, fala sobre diagramação, a temida “faca dos editores”, os “jargões” jornalísticos, como traçar perfil do entrevistado e muito mais. Para quem está no começo da profissão ou ainda é estudante, é uma ótima forma de começar a compreender o universo do jornalismo e como ele funciona (ou costumava funcionar) nos grandes veículos de comunicação.

Resenha: A Arte de Escrever Bem - Dad Squarisi e Arlete Salvador

FOTO: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

A única coisa que me deixou um pouco incomodada foi que a obra é datada. Apesar da grande experiência da jornalista Arlete Salvador (já trabalhou no Estadão, Veja, Correio Braziliense) e dos inúmeros exemplos de reportagens apresentadas, o livro é de 2004 e alguns exemplos datam de 1987! O jornalismo digital praticamente nem aparece aqui e a forma de trabalhar mudou completamente nos últimos anos (quem trabalha na área deve saber!). Com o grande boom das redes sociais e do compartilhamento de conteúdo online, muito do que foi ensinado no livro já não existe mais ou se transformou. O livro fala muito sobre jornal impresso e revistas, mas pouco explica sobre televisão, rádio, internet e outras mídias. A velocidade das informações e o comportamento do leitor mudou de forma significativa nos últimos anos, principalmente com o uso de smartphones e tablets. Sendo assim, fica complicado levar como “verdade” alguns exemplos oferecidos no livro.

Concluindo: esse livro curtinho é bem prático e uma ótima opção para estudantes e jornalistas recém-formados, mas precisava de uma pequena reestruturação e mais informações sobre as novas formas de produzir conteúdo, principalmente fora dos grandes veículos.

* Esse produto foi um brinde, porém, as informações contidas nesse post expressam as ideias da autora.

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Resenha: A Arte de Escrever Bem - Dad Squarisi e Arlete Salvador

Título original: A Arte de Escrever Bem
Autoras: Dad Squarisi e Arlete Salvador
Editora: Contexto
Número de páginas: 211
Ano: 2015
Gênero: Letras/Comunicação
Nota: 


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: Para educar crianças feministas: Um manifesto – Chimamanda Ngozi Adichie

Para educar crianças feministas: Um manifesto - Chimamanda Ngozi Adichie

FOTO: Melissa Marques | Resenhas à la Carte

Para educar crianças feministas foi escrito, primeiramente, em formato de carta: uma amiga da autora pediu conselhos sobre como educar uma criança de forma feminista. Chimamanda, então, escreveu 15 pontos que acredita serem indispensáveis para que – ao criar um filho ou uma filha – suas ideias sejam mais igualitárias. Depois de editada, a carta acabou virando um manifesto, publicado como livro em diversos países do mundo. Para educar crianças feministas chegou ao Brasil através da Companhia das Letras.

Ao dizermos que os pais estão “ajudando”, o que sugerimos é que cuidar dos filhos é um território materno, onde os pais se aventuram corajosamente a entrar. Não é. (p. 20)

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No livro,  autora explica algumas premissas simples que, ao meu ver, servem para qualquer pessoa – independente de gênero, cultura, classe econômica etc – e que ajudariam na formação de uma sociedade mais justa. Casamento, filhos, misoginia, racismo, papéis de gênero, identidade, dinheiro, sexo, beleza, amor, diferenças… Todos esses temas estão presente na obra.

Ensine a ela que “papéis de gênero” são totalmente absurdos. Nunca lhe diga para fazer ou deixar de fazer alguma coisa “porque você é menina”. “Porque você é menina” nunca é razão para nada. Jamais. (p. 21)

A temática principal – o feminismo – é atual e urgente. A forma com que Chimamanda aborda o assunto é didática e cheia de exemplos próprios: ela cita seus amigos, conhecidos, além de exemplos da cultura Igbo, que deixam o manisfesto ainda mais verídico e completo.

Diga-lhe que o corpo dela pertence a ela e somente a ela, e que nunca deve sentir a necessidade de dizer “sim” a algo que não quer ou a algo que se sente pressionada a fazer. (p. 65)

Por ter sido escrito primeiramente para uma amiga, o livro acaba fazendo um recorte bastante interessante: o da mulher negra nigeriana. E o mais interessante é que, mesmo com certas especificidades, o manifesto acaba sendo de fácil compreensão e assimilação.

Chimamanda cutuca feridas e faz indagações supernecessárias.

Temos um mundo cheio de mulheres que não conseguem respirar livremente porque estão condicionadas demais a assumir formas que agradem aos outros. (p. 49)

Por fim, para mim, um dos parágrafos mais importantes do livro é o seguinte, que nos ensina e relembra a necessidade da empatia:

Ensine-lhe sobre a diferença. Torne a diferença algo comum. Torne a diferença normal. […] Ao lhe ensinar sobre a diferença, você a prepara para sobreviver num mundo diversificado. Ela precisa saber e entender que as pessoas percorrem caminhos diferentes no mundo e que esses caminhos, desde que não prejudiquem as outras pessoas, são válidos e ela deve respeitá-los (p. 76 – 77)

É um daqueles livros que temos vontade de sair emprestando e presenteando, principalmente quem está para se tornar pai/mãe! Leitura obrigatória para tentarmos entender e construir um mundo mais igualitário.

* Esse produto foi um brinde, porém, as informações contidas nesse post expressam as ideias da autora.

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Para educar crianças feministas: Um manifesto - Chimamanda Ngozi AdichieTítulo original: Dear Ijeawele, or A Feminist Manifesto in Fifteen Suggestions
Autora: Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 96
Ano: 2017
Gênero: Sociologia
Nota:


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Escrito por:

Melissa Marques


Entrevista: Nicholas Sparks, autor do lançamento Dois a Dois

Seu primeiro livro publicado permaneceu durante 56 semanas consecutivas nas listas de mais lidos dos Estados Unidos, ele é considerado o “Autor Best-Seller nº 1” e já soma cerca de 50 milhões de livros vendidos no mundo todo! Isso mesmo, conversamos com o autor Nicholas Sparks sobre seus livros, adaptações para o cinema e, como não poderia faltar, sobre o seu tema preferido: o amor!

Entrevista: Nicholas Sparks, autor do lançamento Dois a Dois

Nicholas Sparks na mesa de autógrafos durante lançamento de Dois a Dois FOTO: Reprodução / Facebook e Roberto Filho.

Confira o bate-papo:

Melissa: Quando você assiste a um filme baseado em uma obra sua, sente que os atores e atrizes foram fiéis ao interpretar as personagens dos livros? Como você se sente quando isso não acontece?

Nicholas: Eu tenho muita sorte e me sinto abençoado com performances de alta qualidade, em todos os sentidos. Ao olhar para trás, eu não me lembro de ter achado que as escolhas de elenco fossem um erro. E ainda melhor, todos os envolvidos – incluindo os atores e atrizes – trazem muito talento e colocam um grande esforço para tornar os personagens tão interessantes, críveis e memoráveis.

Melissa: Quando você escreve um livro – já sabendo que será adaptado – você já pensa no ator ou atriz que irá interpretar as personagens?

Nicholas: Como regra geral, eu não sei. E, às vezes, eu fico tão surpreso quanto qualquer outra pessoa diante da escolha do elenco. Mas de vez em quando eu acabo sabendo quem vai estrelar o filme.

Melissa: Hoje em dia, as pessoas estão se tornando cada vez mais independentes e individualistas. Porém, as grandes histórias de amor continuam fazendo sucesso. Você acredita que o amor seja realmente natural ou uma boa fórmula para vender livros?

Nicholas: O amor é um dos muitos tópicos ou temas maravilhosos a explorar na literatura. Sempre foi e eu tenho a sensação de que sempre será, não importa o quanto o mundo mude no futuro. Emoções, afinal, são parte da experiência humana.

Melissa: Você tem vontade de atingir um público mais masculino?

Nicholas: Eu não penso em escrever algo nesse caminho. Meu objetivo é, simplesmente, escrever o melhor romance que eu puder, um que qualquer pessoa – homem ou mulher – possa desfrutar.

Entrevista: Nicholas Sparks, autor do lançamento Dois a Dois

Nicholas Sparks durante lançamento do livro “Dois a Dois” na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista, em São Paulo. FOTO: Reprodução / Facebook e Roberto Filho.

Melissa: Você acha que as mulheres sentem falta de mais romantismo por parte dos homens?

Nicholas: Tenho certeza de que muitas mulheres sentem falta de homens mais românticos. Mas sei que eles existem! É que talvez a maioria deles já esteja comprometida!

Melissa: Você pensa em escrever um romance mais picante, agora que esse assunto está em pauta?

Nicholas: Estou feliz com o tipo de romances que escrevo. E nas livrarias há espaço para todos.

Melissa: Na maioria de seus livros, as mulheres são personagens muito fortes. Como você vê as mulheres?

Nicholas: Eu adoro as mulheres, obviamente. Eu tive uma ótima mãe, me casei com uma mulher maravilhosa e eu tenho duas filhas incríveis. Eu também trabalho com um grande número de mulheres inteligentes e criativas e considero-as entre os meus amigos mais próximos. Quanto às personagens femininas de meus romances, muitos de seus atributos são extraídos de minha esposa.

Melissa: Como você consegue entender tão bem os sentimentos femininos?

Nicholas: Já me perguntaram isso antes, mas eu nunca sei como responder. O que eu posso dizer é isso: quando eu estou escrevendo um romance, eu raramente penso em o que é “masculino” ou “feminino”. Eu simplesmente tento criar personagens críveis.

Melissa: Você acredita que o amor é um sentimento que está acima das relações? (independente de as pessoas ficarem juntas ou não no final da “história”)

Nicholas: As emoções são sempre parte de qualquer relacionamento e o amor é uma das emoções mais primárias. Eu não tenho certeza que é possível “amar” alguém sem realmente conhecê-lo.

Melissa: Você se espelhou em alguma história real para criar seus livros? Quais?

Nicholas: Às vezes, as histórias foram inspiradas em fatos reais, outras vezes, os personagens são desenhados a partir de pessoas que eu conheço. Com isso dito, algumas histórias são mais “ficcionais” que outras. Querido John, por exemplo, foi inspirado em meu primo, enquanto Um Homem de Sorte foi, na maior parte, ficção.

Entrevista: Nicholas Sparks, autor do lançamento Dois a Dois

Nicholas Sparks durante lançamento do livro “Dois a Dois” na livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, RJ. FOTO: Reprodução / Facebook e Roberto Filho.

Melissa: Se você pudesse escolher um dos seus livros para simbolizar toda a sua obra, qual seria?

Nicholas: Acho que teria que ser Três Semanas com Meu Irmão. Ao ler isso, eu acho que as pessoas vão entender por que eu escrevo esses romances.

Melissa: No Brasil, temos uma cultura muito forte de assistir novelas, assim como vocês têm de assistir séries. Você já pensou em criar algo voltado para o público televisivo?

Nicholas: Sim. Eu criei uma empresa de produção no início deste ano e já vendi três projetos diferentes. Eu gosto da ideia de contar uma história mais longa e a televisão oferece uma excelente maneira de fazer isso.

Melissa: O que você gosta de ler? Indique um livro para nosso público.

Nicholas: Eu leio bem mais do que cem livros por ano e, no final, eu acho que o que estou procurando é uma história maravilhosa, contada maravilhosamente. Alguns dos meus favoritos nos últimos anos incluem: A Passagem, de Justin Cronin, Extraordinário, por RJ Palaccio, e A Arte de Correr na Chuva, de Garth Stein.

Melissa: Se você pudesse ter escrito o roteiro de um filme, qual seria?

Nicholas: Casablanca ou Ghost – Do Outro Lado da Vida. Eu acho que ambos os filmes são ótimos.

Melissa: Como é o processo de criação de um livro? Você ouve música? Tem um escritório? Escreve de pijama?

Nicholas: Eu costumo ir ao meu escritório – que fica em cima da garagem – por volta de 9h30, e começo a escrever perto das 10h. Escrevo até às 15h ou 16h, e em seguida, faço o trabalho do escritório – telefonemas, e-mails, etc.

Melissa: Você acha que a forma como as pessoas vivem romances é diferente, dependendo de onde elas estão? (por ex, num lugar mais tradicional como a Carolina do Norte versus um lugar mais cosmopolita como Nova Iorque).

Nicholas: A diferença é menor do que você imagina quando duas pessoas sentem uma atração uma pelo outra. Depois disso, as emoções são praticamente sentidas da mesma forma em toda parte.

6 PERGUNTAS RÁPIDAS

  1. Harry Potter ou Crepúsculo? Harry Potter.
  2. Amor ou Paixão? Ambos.
  3. Uma lembrança do Brasil… Cartões postais.
  4. Algo que você não vive sem? Minha família.
  5. Matéria preferida na época do colégio? Matemática.
  6. Um conselho para as meninas que estão sofrendo por amor? Seja seletiva, você vale a pena.

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Entrevista e tradução: Melissa Ladeia Marques | Conteúdo original publicado no site todateen.


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Escrito por:

Melissa Marques


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