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Resenha: A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard

Sempre ouvi falar MUITO BEM desse livro nos blogs e canais do YouTube e a vontade de ler só aumentava a cada dia. Até que finalmente iniciei a leitura de A Rainha Vermelha, da autora Victoria Aveyard.

Já comentei aqui no blog que não sou fã número 1 de livros Young Adult (YA), porque já enjoei um pouco das temáticas e também não me identifico muito com as tramas. Sempre aquelas histórias batidas, parecidas umas com as outras… mas A Rainha Vermelha me chamou a atenção e dediquei um tempo à história que causou o maior frisson nas redes sociais.

Resenha: A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

E qual foi o resultado dessa experiência? Gostei do livro! Principalmente por conta das referências: quando li na contracapa que a autora é fã de Game of Thrones, entendi tudo. Muitos elementos usados no livro me lembraram a série de George R.R. Martin, mas de uma forma positiva. Ela fez uma mistura de mitologias bem legal e uniu tudo em uma aventura para adolescentes. Ponto positivo.

Mas vamos falar um pouquinho da história:

“O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.”

Eu gostei da Mare, é uma personagem feminina forte, obstinada e com um coração enorme. A situação em que ela se encontra não é das mais fáceis, mas ela é esperta e consegue contornar as adversidades. Os outros personagens também são interessantes, mas nenhum se equipara ao brilho da protagonista (a não ser, talvez, seu professor de história).

A aventura é divertida e devorei as páginas do livro rapidinho. Sofremos e aprendemos com Mare e, assim como ela, desejamos vingança por toda a repressão que os Vermelhos já passaram (e ainda passam).

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Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares – Ransom Riggs

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Mas, como nem tudo são rosas, uma coisa me incomodou muito:  o triângulo amoroso. Não precisava… eu não consigo compreender essa necessidade de colocar uma menina dividida entre dois (ou mais) meninos. Por favor, autores de YA! Coloquem uma garota que não se apaixone por um cara chato e sem graça, como Cal, por exemplo. Ele é bonito, corajoso, gosta de estratégia de guerra, é forte, mas não tem absolutamente nada a ver com a Mare. E é chato!

Mas é claro que eles têm um romance proibido ali, que, sinceramente, não cola. Seria tããão melhor se cortassem essas partes! Vamos focar mais nos dramas sociais, na luta entre vermelhos e prateados…deixem o romance de fora!

Enfim, tirando esse fator, o livro é bom, vale a leitura e com certeza quero acompanhar os próximos volumes! :)

E vocês, o que acham do livro?

Resenha: A Rainha Vermelha - Victoria AveyardTítulo original:  Red Queen
Autor: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Número de páginas: 422
Ano: 2015
Gênero: Young Adult
Nota: EstrelaEstrelaEstrelaestrela vaziaestrela vazia


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares – Ransom Riggs

Gostaria de começar essa resenha dizendo que… EU ADOREI ESSE LIVRO!

Sério. No começo não estava esperando muito. Mas conforme fui lendo e me aprofundando na história, acabei sendo fisgada!

Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares - Ransom Riggs

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

O livro (que irei abreviar como O Orfanato) conta a história do jovem Jacob. Ele vive uma vida superchata, monótona, enquanto trabalha em uma rede gigantesca de farmácias herdadas pela família, e conclui o ensino médio sem grandes dificuldades ou feitos. Ele é bem “na média”, normalzão, sabe? Tem apenas um amigo e não aguenta mais essa vida paradona.

“tentei me convencer da sorte que tinha pela vida segura e nem um pouco extraordinária que eu nada fizera para merecer”.

Por outro lado, atualmente, apenas uma coisa consegue movimentar a vida do rapaz: a saúde do avô, senhor Portman, que vai de mal a pior. Os dois têm uma ligação íntima muito forte. Inclusive, Jacob afirma, diversas vezes, que o avô é a pessoa mais importante do mundo para ele.

Quando Jacob era pequeno, Portman gostava de lhe contar histórias sobre um lugar mágico e incrível…

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“Era um lugar encantado, contava ele, projetado para manter as crianças protegidas dos monstros, em uma ilha onde o sol brilhava todos os dias e ninguém jamais adoecia ou morria. Todos viviam juntos em uma casa grande protegida por uma ave velha e sábia, pelo menos era isso que dizia a história. […] Havia uma garota que podia voar, um menino que tinha abelhas vivendo dentro dele, um irmão e uma irmã que podiam erguer facilmente pedras enormes”.

Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares - Ransom Riggs

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Portman, inclusive, chegou a mostrar diversas fotos desse lugar e dessas pessoas para Jacob. Porém, com tempo e maturidade, o jovem passou a desacreditar nas histórias oníricas do avô.

Já dá para imaginar o que acontece quando essa figura paterna morre – de um forma supertrágica, inclusive – né? A vida de Jacob muda COMPLETAMENTE e ele parte em busca de respostas.

PAUSA IMPORTANTE: achei INCRÍVEL o autor abordar aqui a temática da depressão de uma forma tão aberta. Fiquei imaginando se, em algum ponto da vida, o próprio Ransom Riggs não teria sofrido com a doença. Ele descreve sentimentos, solidão, medo, vazio, tratamentos… Tudo de uma forma bastante realista. Ponto a favor! Temos que falar sobre depressão!

Enfim, é com todo esse luto que Jacob parte para descobrir a verdade sobre o avô, o orfanato que ele tanto falava, sobre “monstros”, e claro: sobre si mesmo!

“E foi assim que alguém extremamento suscetível a pesadelos, terrores noturnos, arrepios, ataques de pânico e a ver coisas que na verdade não estão ali se convenceu a fazer uma última excursão à casa […].

É nesse momento que Jacob tem seu primeiro contato com as crianças peculiares e a Srta. Peregrine. Não vou detalhar a história, mas é importante dizer que ele fica “indo e vindo” entre sua vida fadada à mesmice e o mundo mágico do orfanato.

Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares - Ransom Riggs

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

A partir de então, o garoto deve juntar forças com os peculiares para defender o local das ameaças de etéreos (“sombras malignas” que um dia já foram peculiares. Atualmente se alimentam de outros peculiares, humanos, animais… Enfim, qualquer ser vivo.) e acólitos (Ex-etéreos que se tornam uma espécie de servo. Podem assumir qualquer tipo de forma humana. Geralmente são eles quem conseguem os “banquetes” para os etéreos, já que costumam enganar os humanos com facilidade).

Até a 100ª página, O Orfanato tratou muito sobre a vida de Portman e de seu relacionamento com o neto. A partir da metade do livro, o foco foi bem mais a vida no orfanato com a Srta. Peregrine. Na terceira parte, tudo passa a ficar mais sombrio: segredos são revelados, acontecem alguns plots e perseguições que – assumo – ao imaginar, me deixaram sem ar!

“Tudo começava a fazer sentido, apesar de só um pouco”.

O livro termina de forma rápida e já indicando uma continuação (lançada esse ano pela Editora Intrínseca: Cidade dos Etéreos – Ransom Riggs). E me deixou querendo acompanhar o restante da aventura!

“A porta de nossas gaiolas havia explodido.

Agora estávamos juntos naquele abismo”.

A 2ª Guerra Mundial é pano de fundo do livro e, de certa forma, foi muito bem aproveitada sem cair no clichê ou no piegas. As fotografias – todas originais, vindas de colecionadores de fotos antigas – dão um ar macabro ao livro. Realmente, um trabalho digno de Tim Burton! Uma jornada do herói muito bem contada.

Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares - Ransom RiggsTítulo original: Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children
Autor: Ransom Riggs
Editora: LeYa
Número de páginas: 336
Ano: 2012
Gênero: Fantasia
Nota: EstrelaEstrelaEstrelaEstrelaestrela vazia


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Melissa Marques


Entrevista: Tomás Susin, um dos fundadores da “TAG: Experiências Literárias”

Você já ouviu falar na “TAG – Experiências Literárias”? Desde que fiquei sabendo desse clube de assinaturas de livros fiquei encantada na hora! A proposta é muito bacana: pagando um certo valor ao mês, você recebe um livro surpresa, que foi escolhido por algum autor ou pessoa influente no ramo literário. E o mais legal é que esse livro vem em embalagens fofas e com brindes junto!

Depois de conhecer a TAG, fiquei com muita vontade de entrevistar um dos fundadores do projeto e o Tomás Susin me respondeu contando um pouquinho mais sobre o clube de assinaturas. O nosso bate-papo você confere abaixo:

Resenhas: Como surgiu a ideia do TAG – Experiências Literárias? Quem foram os fundadores do projeto?

Foram três fundadores, eu (Tomás), o Gustavo e o Arthur. Nos conhecemos na faculdade e sempre tivemos a vontade de criar algo juntos. Na época, em 2013, os clubes de assinatura estavam surgindo, e nós resolvemos unir a vontade de empreender com a paixão pelos livros.

Entrevista: Tomás Susin, um dos fundadores da "TAG: Experiências Literárias"

Gustavo Lembert, Arthur Dambros e Tomás Susin  (Foto: Arquivo pessoal)

Resenhas: Vocês têm a proposta de convidar curadores para escolher os livros que serão enviados. Como vocês escolhem esses curadores? Como funciona essa parceria?

Escolhemos pessoas que sejam referência no cenário cultural, e que possuam “bagagem” literária para indicar ótimos livros. Entramos em contato com eles para conversar sobre livros que os marcaram e, a partir da conversa, uma obra é selecionada para ser enviada aos nossos associados.

Resenhas: O livro do mês é escolhido pelo curador, certo? Como funciona essa escolha? O curador tem total liberdade ou vocês sugerem obras também?

Os curadores tem total liberdade para indicar os livros. Normalmente, conversamos com eles sobre vários livros, até chegar ao melhor título a ser enviado aos membros do clube.

Entrevista: Tomás Susin, um dos fundadores da "TAG: Experiências Literárias"

Reprodução/Facebook TAG

Resenhas: Para vocês, qual é o maior diferencial da TAG? Qual é a proposta principal do projeto?

A TAG é um clube que encanta as pessoas. Grande parte dos nossos associados é simplesmente fã da TAG, e se apaixona ainda mais a cada caixinha que chega. Eles recebem livros que nunca comprariam, encontram novos universos de leitura, e acabam gostando de estilos literários que nunca imaginaram antes. Na TAG, os leitores encontram um grupo de outros 6 mil apaixonados por livros, compartilhando esse interesse em comum.

As pessoas se encantam com o cuidado e o carinho com que são pensados os kits e todos os outros detalhes que compõem o clube: nosso canal do Youtube, nossa página do Facebook, o grupo exclusivo para associados, e muitas outras novidades que estão por vir, ainda este ano.

Entrevista: Tomás Susin, um dos fundadores da "TAG: Experiências Literárias"

Reprodução/Facebook TAG

Resenhas: Vocês acreditam que o TAG pode estimular a leitura?

Com certeza. No clube, temos associados que já eram leitores assíduos e outros que são incentivados a alimentar o hábito da leitura com os kits enviados pela TAG.

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Isabela Zamboni


Resenha: Sentimento do Mundo – Carlos Drummond de Andrade

Sentimento do Mundo é um livro fantástico. Escrito por Drummond, em 1940, essa coletânea de poemas incríveis demonstra a sutileza e a maestria do autor, com palavras firmes, tocantes e avassaladoras.

Apesar de ser bem curtinho, com menos de 100 páginas, não é um livro para ser devorado, mas para ler aos poucos. Na obra, Drummond expõe a saudade de Itabira, sua cidade natal, e homenageia Rio de Janeiro, cidade onde passou boa parte de sua vida.

O mais interessante é notar como poemas de 1940 ainda se encaixam ao contexto atual. Muitas vezes, parando para ler com calma as estrofes, ficava maravilhada. O autor consegue, sem dúvidas, ser atemporal.

Resenha: Sentimento do Mundo - Carlos Drummond de Andrade

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

Nos versos de Drummond, conhecemos suas angústias, seus sentimentos mais honestos e a percepção de um Brasil que passava por uma situação delicadíssima na política – o Estado Novo de Getúlio Vargas. Além disso, o fascismo e o nazismo cresciam de forma assustadora na Europa (não muito diferente do que estamos vendo hoje sendo “propagado” nas redes sociais…).

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Alguns poemas doem tanto que dá vontade de chorar. Eu sou chorona e me emociono fácil com palavras (como comentei na resenha de A Ignorância, do Kundera), mas na atual situação do Brasil, é difícil conter as emoções. Em Sentimento do Mundo, meus poemas favoritos são “Bolero de Ravel”, “O Operário no Mar”, “Os Ombros Suportam o Mundo”, “Elegia 1938” e “Poema da Necessidade”.

A alma cativa e obcecada
enrola-se infinitamente numa espiral de desejo
e melancolia.
Infinita, infinitamente… (p.43)

Um dos trechos que achei mais incríveis, no poema “Elegia 1938”:

Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
[…]
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras. (p.67)

Ao final do livro, a edição da Companhia das Letras traz uma minibiografia do autor e a cronologia da vida do autor, destacando suas obras mais importantes. Drummond trabalhou mais de 60 anos como jornalista e realizou tantos trabalhos incríveis que não é à toa sua importância para a literatura brasileira e mundial. Cronista, poeta e romancista, Drummond é um gênio e seus livros deveriam estar na estante de todos – não somente dos vestibulandos.

Resenha: Sentimento do Mundo - Carlos Drummond de AndradeTítulo original: Sentimento do Mundo
Autor: Carlos Drummond de Andrade
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 96
Ano: 2012
Gênero: Poesia
NotaEstrelaEstrelaEstrelaEstrelaEstrela


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: Dia de folga – John Boyne

Dia de folga foi minha primeira experiência completa no Kindle. Digo completa, pois comecei um livro de Shakespeare no dispositivo, mas ainda não terminei.

Resenha: Dia de folga - John Boyne

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Dia de folga é um conto escrito por John Boyne que foi disponibilizado gratuitamente para plataformas digitais (baixe aqui). Em poucas páginas, acompanhamos um dia de folga do soldado Hawke, que nos transporta diretamente para o ambiente da Primeira Guerra Mundial.

“Ei, Hawke”, disse Delaney, o garoto irlandês que todo mundo chamava de Charlie Chaplin por causa da semelhança. “O que você pediu para o Papai Noel esse ano?”. “Uma noite de sono”, disse Hawke. “Eu tive uma dessas algumas semanas atrás. Mas não adiantou muita coisa. Eu continuava me sentindo morto quando acordei.

No conto, o autor não aprofunda nenhuma característica física ou psicológica do soldado. Inclusive, seus pensamentos são, em grande parte, bastante desconexos. É Natal, e Hawke vaga pelo acampamento em busca de algo para fazer. É interessante perceber como o autor consegue traçar um paralelo entre a vida de um soldado e de todas as pessoas que se sentem “engolidas pela rotina”.

“Esse era o problema dos dias de folga. Eles eram tão raros, e você esperava tanto por eles, mas quando eles chegavam, seu corpo estava tão acostumado a se mover constantemente que era quase impossível relaxar”.

Como a própria sinopse aponta, enquanto relembra os natais da infância e o conforto do seu lar, Hawke vê e ouve as bombas alemãs caindo à sua volta. Em meio a um dos piores conflitos do século XX, o jovem irá vivenciar um espírito natalino muito diferente do que estava acostumado.

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“Na Inglaterra era véspera de Natal. Talvez fosse véspera de Natal aqui também, era difícil saber”.

Vale ressaltar que em Dia de folga, Boyne não utiliza sua “voz infantil”, tão famosa e presente em outros livros, como: O menino do pijama listrado e Tormento. Porém, a temática favorita do autor – guerra – está presente, e dificilmente será esgotada.

PS: para quem já leu outros livros do autor, em Dia de Folga, é possível relembrar alguns personagens de outras histórias!

Resenha: Dia de folga - John BoyneTítulo original: Rest Day
Autor: John Boyne
Editora: Companhia das Letras
Número de páginas: 8
Ano: 2014
Gênero: Conto
Nota: EstrelaEstrelaEstrelaestrela vaziaestrela vazia


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Escrito por:

Melissa Marques


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