Listas  |  23.04.2021

Livros para dar de presente no Dia das Mães

Sua mãe gosta de ler e se apaixona toda vez que ganha um livro? Então, essa lista é para você! Selecionamos livros para dar de presente no Dia das Mães, com sugestões para todos os gostos. Veja a seguir:

Livros para dar de presente no Dia das Mães

 Foto: Shutterstock

1. Os Bons Amigos – Hannah Kent

Nóra sobrevive com dificuldade após a morte repentina do marido. Ela se vê sozinha, sendo a única responsável por cuidar do neto, Micheál, uma criança que não fala nem anda. A missão da vida de Nóra se torna descobrir o que aconteceu com o menino saudável e feliz dos tempos em que sua filha ainda era viva.

Mary chega ao vilarejo exatamente quando os rumores sobre infortúnios e doenças inexplicáveis começam a se espalhar. As pessoas acusam Micheál de ser alguém muito diferente do que um mero garoto aleijado e o culpam por todas as desgraças que assolam as redondezas.

Nance entende da magia dos tempos ancestrais e sabe como usar as plantas da floresta para curar os males do corpo e da alma. Para o novo padre da região, ela é uma ameaça, porém, para o povo do vilarejo, Nance é uma emissária da salvação.

Essas três mulheres se unem na esperança de salvar Micheál e manter o mundo de mitos, fé, rituais e tradições onde foram criadas. Essa busca as levará por um caminho perigoso, que fará com que questionem tudo aquilo que conheceram até então.

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2. Arroz de Palma – Francisco Azevedo

Primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, este livro narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos a vida desta família, irmãos brigam e fazem as pazes.

Uns casam e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado no casamento dos patriarcas da família, em 1908, e que serve de fio condutor a esta história. O arroz de palma é um romance delicado, que emociona e comove. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.

3. A Menina Que Roubava Livros – Markus Zusak

Resenha: A Menina Que Roubava Livros - Markus ZusakFoto: Isabela Zamboni/Resenhas à la Carte

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.

Já tem resenha do livro aqui!

4. Prisioneiros da Mente – Augusto Cury

Um magnata poderoso. Um império tecnológico. E uma família dilacerada. Theo Fester conseguiu vencer uma infância de pobreza e bullying para se tornar um empreendedor mundialmente conhecido.

Sua vida pessoal, entretanto, não seguiu o mesmo caminho: ele e seus filhos vivem uma farsa, se digladiando por poder e atenção.

Ao se dar conta de que sua família está aprisionada por cárceres mentais, Theo precisará se reinventar mais uma vez e mudar radicalmente seus relacionamentos, antes que seja tarde demais.

5. Sejamos Todos Feministas – Chimamanda Ngozie Adichie

Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. “Não era um elogio. ‘Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: Você apoia o terrorismo!’.” Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e – em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são “antiafricanas” e que odeiam homens e maquiagem – começou a se intitular uma “feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens”.

Neste ensaio preciso e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para mostrar que muito ainda precisa ser feito até que alcancemos a igualdade de gênero. Segundo ela, tal igualdade diz respeito a todos, homens e mulheres, pois será libertadora para todos: meninas poderão assumir sua identidade, ignorando a expectativa alheia, mas também os meninos poderão crescer livres, sem ter que se enquadrar em estereótipos de masculinidade.

6. Panelinha – Receitas que funcionam

Panelinha é o site que Rita Lobo criou no ano de 2000 para ensinar a preparar pratos saudáveis, revelando truques e manhas, de modo que qualquer pessoa consiga fazer.

Para o livro, foram reunidas sugestões para variadas situações e ocasiões do cotidiano: jantares práticos, saladas elaboradas, massas rápidas, grãos para o dia a dia, comida de criança, pratos variados com peixes, aves e carnes, sobremesas saudáveis, bolos fofíssimos, pães integrais, tudo para facilitar a vida das pessoas que acreditam na boa alimentação como a base da vida.

7. Box Agatha Christie

Sua mãe é uma leitora de suspenses? Com esse box, ela encontrará alguns dos casos mais famosos de Hercule Poirot e Miss Marple, os inesquecíveis detetives criados pela escritora. Em tramas engenhosamente traçadas para nos despistar a todo momento, os astutos investigadores apontarão os culpados em meio a espetaculares reviravoltas, atestando a genialidade e o sucesso dessa autora que se tornou um clássico da literatura de mistério.

Agatha Christie é, e sempre será, a inspiração máxima para todos os autores do gênero.

8. O Sol Ainda Brilha – Anthony Ray Hinton

Em 1985, Anthony Ray Hinton foi preso sob duas acusações de assassinato no estado do Alabama, sul dos Estados Unidos. Atordoado, confuso e com apenas 29 anos de idade, Hinton sabia que se tratava de um erro de identidade e acreditava que a verdade provaria sua inocência e acabaria por libertá-lo rapidamente.

9. O Conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas

Resenha: O Conde de Monte Cristo - Alexandre Dumas
FOTO: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

Traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos, vinganças e muito suspense. A trama de O conde de Monte Cristo traz uma emoção diferente a cada página e talvez isso explique a razão de a obra do escritor francês Alexandre Dumas ter se transformado em um clássico da literatura mundial, mexendo com a imaginação dos leitores há mais de 150 anos.

No romance, o marinheiro Edmond Dantés é preso injustamente, vítima de um complô. Anos depois, consegue escapar da prisão, enriquece e planeja uma vingança mirabolante. A galeria de personagens criada por Dumas faz um retrato fiel da França do século XIX, um mundo em transformação, em que passou a ser possível a mudança de posições sociais. As aventuras de Dantés ainda ganharam diversas versões cinematográficas que colaboraram para o sucesso da trama. Vem ver a resenha aqui antes de comprar o livro para a sua mãe!

10. O Poder do Hábito – Charles Duhigg

Durante os últimos dois anos, uma jovem transformou quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela mudaram de maneira fundamental. Publicitários da Procter & Gamble observaram vídeos de pessoas fazendo a cama. Tentavam desesperadamente descobrir como vender um novo produto chamado Febreze, que estava prestes a se tornar um dos maiores fracassos na história da empresa.

De repente, um deles detecta um padrão quase imperceptível – e, com uma sutil mudança na campanha publicitária, Febreze começa a vender um bilhão de dólares por anos. Um diretor executivo pouco conhecido assume uma das maiores empresas norte-americanas. Seu primeiro passo é atacar um único padrão entre os funcionários – a maneira como lidam com a segurança no ambiente de trabalho -, e logo a empresa começa a ter o melhor desempenho no índice Dow Jones.

O que todas essas pessoas tem em comum? Conseguiram ter sucesso focando em padrões que moldam cada aspecto de nossas vidas. Tiveram êxito transformando hábitos. Com perspicácia e habilidade, Charles Duhigg apresenta um novo entendimento da natureza humana e seu potencial para a transformação.

11. Box Gabriel García Márquez

Gabriel García Márquez, ou Gabo, foi, além de jornalista e roteirista, um dos maiores autores da América Latina e do mundo do século XX, e essa é uma coletânea para honrar suas maiores obras. Depois que Cem anos de solidão foi publicado, em 1967, não só a vida de García Márquez muda como todo o paradigma do que se entendia como literatura latino-americana. O mundo voltou seus olhos para o que era produzido pelo autor colombiano da cidade de Aracataca, e Gabo apresentou ao mundo a realidade de um continente sofrido, preso ao real, mas nem por isso incapaz de abraçar a mágica da vida.

Além dos três livros de Gabo, esse box ainda é acompanhado do livreto García Márquez em estado puro, com texto do jornalista e tradutor de Cem anos de solidão, Eric Nepomuceno, e fotos de Gabo. Nele, Nepomuceno nos oferece um panorama histórico do momento de escrita dos três livros e como cada um deles influenciou a vida e a obra de García Márquez em um relato que só alguém que conheceu o autor pessoalmente seria capaz produzir. É um texto que enriquece ainda mais essa coletânea fundamental para qualquer leitor ávido de García Márquez ou para quem deseja uma belíssima introdução aos seus livros.

Cem anos de solidão (432 pág.)

Em um dos maiores clássicos da literatura, o prestigiado autor narra a incrível e triste história dos Buendía – a estirpe de solitários para a qual não será dada “uma segunda oportunidade sobre a terra” e apresenta o maravilhoso universo da fictícia Macondo, onde se passa o romance. É lá que acompanhamos diversas gerações dessa família, assim como a ascensão e a queda do vilarejo. Para além dos artifícios técnicos e das influências literárias que transbordam do livro, ainda vemos em suas páginas o que por muitos é considerado uma autêntica enciclopédia do imaginário, num estilo que consagrou o colombiano como um dos maiores autores do século XX. Cem anos de solidão, publicado em 1967, é uma obra grandiosa e atemporal, sobre a qual é possível construir diversos paralelos com nossa própria existência.

Crônica de uma morte anunciada (96 pág.)

O narrador imediatamente sentencia: “No dia em que o matariam, Santiago Nasar levantou-se às 5h30 da manhã.” Fatalidade, destino, o absurdo da existência humana. Nesta trama, García Márquez monta um quebra-cabeça cujas peças vão se encaixando pouco a pouco, através da superposição das versões de testemunhas que estiveram próximas a Santiago Nasar no último dia de sua vida. Em que e em quem acreditar? Como descartar a parcialidade das versões e “o espelho quebrado da memória” dos envolvidos. É isso que o leitor vai descobrir ao longo da narrativa sóbria e direta, cuja estrutura toma emprestado o rigor jornalístico da reconstituição dos fatos tão caro a García Márquez. Todo o tempo, porém, o autor mantém a poesia, a sensualidade e a beleza de sua história e de seus personagens. Veja aqui a resenha!

O amor nos tempos do cólera (400 pág.)

Ainda muito jovem, o telegrafista, violinista e poeta Gabriel Elígio García se apaixonou por Luiza Márquez, mas o romance enfrentou a oposição do pai da moça, coronel Nicolas, que tentou impedir o casamento enviando a filha ao interior numa viagem de um ano. Para manter seu amor, Gabriel montou, com a ajuda de amigos telegrafistas, uma rede de comunicação que alcançava Luiza onde ela estivesse. Essa é a história real dos pais de Gabriel García Márquez e ponto de partida de O amor nos tempos do cólera, que acompanha a paixão do telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza por Fermina Daza em uma belíssima história de amor, daquelas pontuadas por cartas perfumadas e pétalas de flores prensadas entre as folhas de um livro.

12. Os sete maridos de Evelyn Hugo – Taylor Jenkins Reid

Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez.

Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

E você, tem sugestões de livros para dar de presente no Dia das Mães? Conta pra gente!

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