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Quantos livros você conseguiria ler se parasse de usar as redes sociais?

Você já parou para pensar em quanto tempo, em média, você “perde” rodando a timeline do Instagram, do Facebook, lendo tweets e etc? Estamos com os celulares o tempo todo e já virou mania parar um tempo e checar as notificações ou mensagens. Mas, imagine se você parasse de usar o seu tempo livre nas redes sociais e trocasse por uma leitura. Quantos livros você conseguiria ler? Essa é a proposta da Omni Calculator, uma calculadora que mostra o seu tempo de tela e informa quantos livros você poderia ter terminado se você se desconectasse por um tempo.

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Conheça os diversos clubes do livro dos famosos

Foto: Divulgação

Clubes do livro são ótimas formas de conhecer novas obras, conversar com outras pessoas, discutir e dialogar sobre livros importantes e divertidos. E muitas celebridades também adoram ler e criaram seus próprios book clubs. Selecionamos alguns para você que adora literatura e tem vontade de conhecer novas leituras. Veja:

1 – Clube do livro da Oprah

Oprah Book Club
Foto: Divulgação

Oprah Winfrey começou em 1996 com indicações de leituras no seu programa de TV. A a apresentadora já recomendou – e continua recomendando – mais de 70 títulos, em sua maioria romances, como O Olho mais azul (1970), de Toni Morrison, Cem Anos de Solidão (1967), de Gabriel García Márquez. Oprah fez os livros selecionados por ela venderem milhares de cópias nos Estados Unidos. Hoje, o clube é focado nas redes sociais e plataformas digitais. Inclusive, recentemente foi anunciado que será um serviço especial da Apple!

2 – Our Shared Shelf – Emma Watson

Our Shared Shelf
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Não é somente Hermione Granger que ama os livros, mas Emma Watson, a atriz que interpretava a bruxa nos cinemas, também é apaixonada por literatura. Ela criou através da plataforma Goodreads um clube do livro feminista chamado Our shared shelf (Nossa estante compartilhada), no qual indica leituras incríveis, com livros escritos por mulheres. Ela também mantém um Instagram com as atualizações da lista de livros!

3 – Hello Sunshine – Reese Whiterspoon

Hello Sunshine Reese
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A atriz Reese Whiterspoon também é uma leitora voraz! Seu clube do livro, Hello Sunshine, é focado em livros escritos por mulheres. Ela mantém, além do site, um perfil no Instagram e uma página no Audible para comentar seus livros favoritos do mês. Geralmente, são escolhas bem contemporâneas e diferentes!

4 – Between Twoo Books – The Florence + The Machine Book Club

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Florence Welch, líder e vocalista da banda Florence and the Machine, usa a página Between Two Books (Entre dois livros) para comentar o que está lendo com os seguidores. Para quem gosta de leituras bem diferentes, vale acompanhar!

5 – Belletrist – Emma Roberts

Conheça os diversos clubes do livro dos famosos
Foto: Divulgação

A atriz Emma Roberts sempre está acompanhada de um bom livro. O amor pela literatura é tanto que ela criou seu próprio clube de leitura, o Belletrist, onde ela e seus seguidores leem um título a cada mês, e, depois, trocam ideias sobre a obra. Pelo visto as mulheres dominam os clubes do livro, né? <3

Outros famosos também já mantiveram clubes do livro, mas no momento estão desatualizados. Entre eles podemos citar Mark Zuckerberg, criador do Facebook, com o A Year of Books; o jornalista Evaristo Costa, que mantinha uma hashtag #ClubedoLivrodoEvaristo no Twitter; e até mesmo o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, que não tinha um clube especificamente, mas adorava dar sugestões de boas leituras em sua página do Facebook.

E você, conhece mais algum projeto de famosos que envolvem livros? Conta pra gente nos comentários!

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152 anos de H.G. Wells – Um dos pioneiros da ficção científica

FOTO: Divulgação

152 anos de H.G. Wells! No dia 21 de setembro de 1866, há 152 anos, nascia na cidade de Bromley, na Inglaterra, o escritor Herbert George Wells – considerado um dos mais influentes de seu tempo. Seu legado é fonte de inspiração até hoje. Ao lado de Julio Verne e Mary Shelley, Wells é posto com um dos membros da Santíssima Trindade da Ficção Científica.

E nesse mês tão importante para a literatura ficcional, o selo ViaLeitura, da nossa parceira Edipro, especializado em clássicos literários, apresenta para os leitores uma nova edição de A Ilha do Dr. Moreau, que junto com A Máquina do Tempo e O Homem Invisível, expandem o catálogo da editora com as obras desse autor incrível!

152 anos de H.G. Wells

Seus livros tratam de temas a frente de seu tempo e permeiam diversas discussões importantes até hoje. É o que podemos observar em seu primeiro sucesso A Máquina do Tempo, de 1895. Na história, um cientista cria uma máquina capaz de viajar pela Quarta Dimensão (o tempo) e, ao testá-la, acaba transportado para o ano de 802.701. Neste período, a humanidade é dividida entre os pacíficos Elóis e o Morlocks, habitantes do subterrâneo. Acredita-se que o britânico tenha sido a primeira pessoa no mundo a falar em viagem no tempo e o próprio termo “máquina do tempo” foi cunhado por ele.

No ano seguinte, em 1896, mais uma história intrigante e polêmica. A Ilha do Dr. Moreau volta a ressaltar o pioneirismo de Wells, dessa vez na discussão compreendida atualmente como manipulação genética. Na narrativa, o naufrago Charles Prendick é levado a uma pequena ilha do Pacífico e lá conhece o Dr. Moreau que fora expulso da Inglaterra por suas polêmicas experimentações de humanos com animais. O escritor traz à tona também importantes discussões sobre religião, a Teoria da Evolução e a ética na ciência.

152 anos de H.G Wells - Um dos pioneiros da ficção científica
Alguns livros de H. G. Wells lançados pela ViaLeitura | FOTO: Divulgação

Um ano depois, em 1897, o excêntrico O Homem Invisível e a crítica à ciência sem moralidade. A história se passa na pacata Iping (Inglaterra), com a chegada do cientista Griffin, que descobre por meio de seus experimentos, que alguns elementos químicos produzem refração da luz – o que consequentemente causa a invisibilidade. Aproveitando sua experiência, o cientista aplica a fórmula em si mesmo e tenta tirar proveito da situação, inclusive com atitudes criminosas.

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Além da literatura, as obras de Wells servem de inspiração para o cinema, referências em séries, e até adaptações para radionovela. O legado de H.G. Wells já está imortalizado e suas narrativas permanecem como fonte de inspiração para as mais diferentes gerações. O autor foi nomeado para o Prêmio Nobel da Literatura em quatro oportunidades: 1921, 1932, 1935 e 1946.

Quer conhecer todas as obras do autor? Clique e confira: Livros H. G. Wells.

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Curiosidades sobre Frankenstein que você nem imaginava

Foto: Isabela Zamboni | Resenhas à la Carte

Em 2018, a clássica obra de Mary Shelley, Frankenstein, completa 200 anos. Publicada originalmente em 1818, quando a autora tinha apenas 20 anos, revolucionou o gênero literário dos contos de terror. A obra mistura elementos de terror e ficção cientifica e rapidamente tornou-se um grande clássico da literatura gótica. Confira algumas curiosidades sobre Frankenstein e apaixone-se ainda mais pela obra!

Confira 10 curiosidades sobre Frankenstein que você nem imaginava:

1. Frankenstein surgiu de uma aposta?

Em 1816, Mary Shelley, John Polidori, Percy Shelley e Lord Biron (os dois últimos considerados uns dos maiores poetas da língua inglesa), fizeram uma aposta entre amigos de quem conseguiria escrever a melhor história de horror de todos os tempos. Nesta ocasião, Mary escreveu o clássico Frankenstein, o que a tornaria “a mãe da ficção cientifica”.

2. Quem escreveu Frankenstein?

Apesar de hoje em dia todos conhecerem Mary Shelley como a criadora do famoso monstro, mas nem sempre foi assim. Isso porque a primeira publicação da obra foi lançada de forma anônima. Os motivos para Mary ter feito isso ainda são discutidos. Alguns defendem que a autora preferiu o anonimato por temer críticas enviesadas por ser uma jovem mulher. Outros acreditam que foi devido a fama de seus pais: Mary é filha do filósofo William Godwin e da feminista Mary Wollstonecraft.

3. O monstro não chama Frankenstein? Como assim?

Frankenstein na realidade é o nome do cientista que criou o monstro, o Dr. Victor Frankenstein. Na história original o monstro não tem nome, sendo chamado de “O monstro”, “A criatura”, ou “Aquilo”.

Victor Frankenstein na série Penny Dreadful

 

4. Frankenstein e a bioética

Na história, o monstro é concebido de forma desumana, movido unicamente pela ambição do cientista. A criatura não recebe sequer um nome e é altamente desprezada pela sociedade. Inclusive, esse é um dos temas no qual Frankenstein é debatido até hoje: o da bioética. Este ano, o The Royal Institution (fundado em Londres em 1799) irá organizar um congresso devido os 200 anos de Frankenstein, para discutir, entre outros temas, a bioética e a biotecnologia.

5. A obra de Mary Shelley e a transfusão de sangue

No ano de 1818, foi realizada a primeira transfusão de sangue com sucesso. Mesmo assim o processo, por décadas, foi considerado como um procedimento bastante arriscado. O desenvolvimento de novas técnicas e descobertas cientificas da medicina sempre geraram muitos debates. E na obra, Mary traz ao público algumas dessas discussões que estavam surgindo na época.

6. Frankenfoods?

A obra de Mary Shelley inspirou não somente grandes nomes da cultura, mas também ultrapassou barreiras e chegou ao ramo alimentício. Frankenfood, ou comida Frankenstein, é o termo derivado em inglês para alimentos geneticamente modificados, que são mais conhecidos como transgênicos. O nome Frankenfood é usado normalmente por críticos dessa descoberta, como Paul McCartney em sua campanha “Say no to GMO” (diga não para o Organismo Geneticamente Modificado).

Gostou das curiosidades sobre Frankenstein? Para comprar o livro, é só clicar no link abaixo:

 

7. A criatura de Frankenstein não é verde

Na obra original de Mary Shelley, o monstro não é da cor verde, como estamos habituados a ver nas inúmeras adaptações cinematográficas do livro, mas sim a criatura é descrita com um tom de pele “amarelo pálido”, uma cor cadavérica. Assim como é visto na versão interpretado por David Prowse, de 1970, e Penny Dreadful, exibida no Brasil pela HBO e tem a versão também disponível no Netflix.

O que seria de Dr. Frankenstein sem sua Criatura?

8. Frankenstein realmente existe?

Sim, Frankenstein realmente existe, e não, não é da maneira que as pessoas pensam. Na verdade, Frankenstein é o nome de um castelo que fica localizado na região de Darmstand, na Alemanha. Inclusive, o local foi visitado por Mary Shelley na época, e o nome foi usado de inspiração para sua obra.
A melhor parte disso é que o castelo ainda existe – pelo menos em parte. A edificação hoje encontra-se em ruínas, porém ainda existem algumas torres de pé e partes do castelo ainda podem ser visitadas. O local possui um pátio enorme, uma pequena lanchonete e uma área para piquenique com mesinhas.

A inspiração do nome veio do castelo localizado em Darmstadt, Alemanha – Foto: Wikipedia

9. Assistente Igor

O assistente Igor, que nas adaptações cinematográficas é criado para dialogar com o Dr. Victor, e também serve, em alguns momentos, como alívio cômico na história, de nada tem a ver com o personagem da literatura. Na obra, o assistente é descrito como recluso e que cada vez mais passa a se distanciar da sociedade.

Daniel Radcliffe interpretou Igor na adaptação para o cinema de 2015

10. O que a aposta rendeu no final?

Já foi citado que a motivação para Mary Shelley começar a produzir esta obra de terror foi uma aposta feita entre amigos. Porém, na aposta, além de Mary, também participa o escritor Percy Shelley. O sobrenome do autor não é mera semelhança, pois Mary e ele se casaram alguns anos depois. Além do Frankenstein, a aposta também rendeu o início de outro gênero de terror literário que é aclamado até hoje, o dos vampiros. Já que John Polidori escreveu The Vampyre, que seria a primeira obra literária sobre o tema.

Sou suspeita para falar, porque AMO esse livro! E vocês, já conheciam essas curiosidades sobre Frankenstein? Comente!

Fonte: Via Leitura/Edipro

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20 hábitos estranhos de autores famosos

Eu já coloquei aqui no blog um infográfico superlegal de dicas para quem deseja escrever mais rápido e sem distrações. Agora, recebi novamente algumas curiosidades divertidas sobre autores famosos com ilustrações superfofas! Infelizmente, o texto do infográfico é em inglês, mas fiz uma tradução livre, já que o conteúdo é bem curioso. Se você gosta de literatura clássica ou de conhecer mais sobre autores famosos, existem alguns hábitos ‘peculiares’ e estranhos de escritores que são muito interessantes.

Olha só os 20 hábitos estranhos de autores famosos:

20 hábitos estranhos e ‘peculiares’ de autores famosos

1. James Joyce

James Joyce preferia escrever enquanto deitava de bruços. Ele usava lápis azuis bem grandes e usava um jaleco branco enquanto escrevia. Todos esses hábitos, no entanto, não eram resultado de uma ‘maluquice’. A maioria deles era por conta de sua visão debilitada. Lápis grandes o ajudavam a enxergar melhor o que ele escrevia, enquanto o jaleco refletia mais luz nas páginas. Curiosidade: ele escreveu boa parte de Finnegans Wake usando pedaços de giz de cera e caixas de papelão.

2. Virginia Woolf

Virginia Woolf escrevia toda manhã por duas horas e meia. Ela usava uma mesa que tinha mais ou menos um metro de altura e em ângulo curvado. Isso ajudava Woolf a avaliar seu trabalho tanto à distância quanto bem de perto. Essa peculiaridade nasceu por conta de sua rivalidade com a irmã Vanessa, que pintava quadros de pé. Portanto, Virginia não queria ser ‘superada’.

3. Franz Kafka

Franz Kafka usava um método radical para dar um gás na criatividade. Ele se levava à exaustão. No começo, ele trabalhava 12 horas por dia, até ser promovido. No entanto, com tantas novas responsabilidades e outras atividades (exercícios físicos, passar tempo com a família), ele geralmente começava a escrever por volta das 23h e continuava até 6h da manhã.

4. Truman Capote

Truman Capote era muito supersticioso, o que o tornava bem estranho. Truman nunca começava ou terminava um trabalho às sextas-feiras. Ele também trocava de quarto de hotel se os números somassem 13. Outra superstição: nunca havia mais de duas bitucas de cigarro no cinzeiro de Capote. Ele guardava o restante dentro dos bolsos de seus casacos.

5. Victor Hugo

Para criar um prazo, Victor Hugo usava métodos estranhos. Ele começou a escrever O Corcunda de Notre Dame no outono de 1830 (Setembro no hemisfério norte) e queria terminar em Fevereiro de 1831. Para fazer isso, ele comprou um tinteiro e se trancou em um quarto. Ele nem queria usar roupas limpas, exceto um xale cinza e uma blusa de malha para diminuir a vontade de sair. Curiosidade: Victor Hugo queria nomear seu trabalho ‘O que surgiu de um tinteiro’, mas apareceu com outro título. Inclusive, ele terminou até mesmo antes do prazo final.

6. Edgar Allan Poe

Edgar Allan Poe era um escritor apaixonado por seus bichos de estimação. Mas ele elevou esse amor a outro nível. Ele amava tanto sua gata Catterina que ele acreditava que ela era sua guardiã! Para deixar tudo isso ainda mais misterioso, rumores dizem que Catterina faleceu duas semanas após a morte de Poe.

20 hábitos estranhos de autores famosos
Foto: Pixabay

7. Flannery O’Connor

Ela tinha uma grande afeição por aves domésticas. Começou com uma galinha durante a infância e evoluiu para uma coleção de perus, faisões, codornas e um pato. Uma vez, ela até encomendou pelo correio seis pavões, entre eles filhotinhos.

8. Anthony Burgess

O autor de Laranja Mecânica tinha um jeito curioso de superar tarefas difíceis ou entediantes. Se ele tinha que fazer uma descrição mais detalhada, Burgess pegava um dicionário, abria em uma página aleatória, e usava palavras daquela página que completavam sua tarefa. Curiosidade: Burgess admitiu que seu livro ‘MF’ é o resultado de tal truque. Ele usou palavras do dicionário R.J. Wilkinson’s Malay para descrever um vestíbulo de hotel.

9. Friedrich Schiller

Friedrich Schiller tinha um hábito ainda mais estranho do que os outros atores já citados. Ele deixava maçãs em uma gaveta e deixava que elas estragassem de propósito. Ele gostava do cheiro que elas emanavam, e isso o inspirava.

10. Agatha Christie

Agatha Christie também usava maçãs para se inspirar, mas de um jeito um pouco mais ‘normal’. Ela adorava começar maçãs na banheira enquanto examinava fotos de homicídios. Supercomum, né?

11. Alexandre Dumas

Dumas tinha uma peculiaridade em relação a cores. Ele usava um tom específico de papel azul para escrever ficção. Para poesia, ele preferia papel amarelo. Uma vez, Dumas ficou sem papel azul e foi obrigado a usar um bloquinho creme no lugar: ele acreditou que influenciou negativamente seu trabalho.

12. William Faulkner

Faulkner adorava beber whisky enquanto escrevia. Ele desenvolveu esse hábito após conhecer Sherwood Anderson. Eles costumavam sair bastante quando viviam em Nova Orleans. Curiosidade: Faulkner adorava esse hábito. Uma vez ele disse: “E eu então pensei: se essa era a vida de um escritor, essa era a vida pra mim”.

13. Lewis Carroll

O autor de Alice no País das Maravilhas gostava de escrever com um tipo específico de tinta: roxa. Enquanto trabalhava como professor de matemática em Oxford, Carroll usava tinta roxa para corrigir os trabalhos dos estudantes. Então ele continuou usando a mesma tonalidade para escrever ficção.

14. Ernest Hemingway

Como ele mesmo declarou, escrevia 500 palavras por dia. Hemingway fazia isso durante a manhã, para evitar o calor da tarde. Curiosidade: em uma carta para F. Scott Fitzgerald, Hemingway disse que para cada página que escrevia, 1 era uma obra-prima, enquanto 91 páginas eram porcarias que ele jogava no lixo.

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Foto: Pixabay

15. Gertrude Stein

Ela encontrava inspiração em tarefas rotineiras, não importa onde ela estivesse. Por exemplo, ela poderia começar a escrever sentada no carro enquanto seu parceiro estava fazendo compras. As ruas lotadas de Paris e o trânsito a inspiravam bastante.

16. Vladimir Nabokov

Nabokov usava cartões para escrever seus trabalhos. Ele guardava tudo em uma caixa bem pequena e poderia rearranjá-los a qualquer momento. Isso permitia que Nabokov escrevesse fora de ordem. Ele também colocava alguns cartões embaixo do travesseiro caso alguma ideia surgisse de repente.

17. Jane Austen

Jane Austen era uma autora que se importava bastante com suas personagens. Ela gostava tanto, que imaginava o futuro das personagens mesmo depois de ter terminado um romance. O sobrinho de Austen escreveu em ‘Memórias de Jane Austen’: “Ela contava, se alguém perguntasse, vários detalhes e particularidades sobre o futuro de suas ‘criações'”.

18. Honoré de Balzac

Faulkner não era o único que gostava de beber enquanto escrevia. Balzac encontrava inspiração para escrever enquanto bebia café. Ele consumia cerca de 50 xícaras por dia. Curiosidade: estudos mostram que Balzac quase não dormiu enquanto escreveu A Comédia Humana. Obviamente, a razão seria o tanto de café que ele estava bebendo.

20 hábitos estranhos de autores famosos
Foto: Pixabay

19. Arthur Conan Doyle

Apesar de criar um personagem tão lógico como Sherlock Holmes, o próprio Conan Doyle não era tão racionalista. Ele se dedicou ao espiritualismo após a morte de seu filho na Primeira Guerra Mundial e tentou até mesmo conversar com os mortos. Ele também acreditava que seu amigo Harry Houdini tinha poderes mágicos, não importa o quanto Houdini tentava provar o contrário.

20. Dan Brown

Brown acredita que a melhor cura para o bloqueio criativo é ficar de ponta cabeça. Ele disse que essa ‘terapia’ o ajuda a relaxar e se concentrar na escrita. Ele também deixa uma ampulheta em cima da mesa e larga o trabalho a cada hora para fazer alongamentos, flexões e outros exercícios físicos.

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