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Resenha: Não Sou Uma Dessas – Lena Dunham

Até então, nunca tive contato com nenhuma obra de Lena, nem seus filmes independentes ou até mesmo a famosa série Girls, transmitida pela HBO. Tudo o que eu sabia dessa mulher era: ela é uma pessoa polêmica. Feminista. E que usa looks “duvidosos” em alguns red carpets.

E só. Bem superficial, eu sei. Por isso, ao saber do lançamento de Eu Não Sou Uma Dessas pela Editora Intrínseca, decidi dedicar um tempo à leitura do livro e conhecer melhor a intérprete de Hannah Horvath.

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

A primeira impressão que tive foi boa: achei Lena uma pessoa bem lúcida. Esperava alguém mais afetado e que só pensasse em sexo (como algumas pessoas definem a personagem dela em Girls).

Mas não! Apesar de o tema ser abordado diversas vezes e de diferentes formas no livro, não se trata apenas disso.

Lena fala sobre adolescência, crescimento pessoal, dificuldades para se fazer ouvir, masturbação, estranhamento com o próprio corpo, doenças do sono, DSTs, e muitos outros temas que podem ou não ser tabus para você.

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Ela é corajosa, se expõe e não tem medo ou vergonha disso (dá pra perceber pelas cenas de nudez dela no seriado, né?). Como a própria Lena diz na introdução do livro

“[…] se eu puder lançar mão do que aprendi para tornar qualquer tarefa mais fácil para você […] então cada passo em falso que dei terá valido a pena”.

E é exatamente isso que acontece: você, com certeza, não passará pelas quase 300 páginas do livro sem se identificar com alguma história descrita por Lena. O livro é uma verdadeira conversa: parece que estamos lidando com uma amiga de longa data que, ao conseguir um espaço na agenda, resolve colocar o papo em dia com a galera.

O livro poderia ser um diálogo na mesa de bar ou ter sido discutido durante um jantar entre amigas, mas Lena resolveu expandir seus medos, certezas, derrotas, amizades, amores, doenças, criatividade, para outras pessoas e pretende, com isso, fazer com que o leitor repense seus próprios medos, certezas, derrotas…

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

O livro é bem fluído. Na primeira noite que peguei para ler foram 60 páginas em meia hora! Rápido e direto ao ponto, assim como a autora. Ótimo para os que – como eu – adoram biografias! Além disso, a pegada de “reflexão” também é superválida, principalmente agora no início do ano, né?

Resenha: Não sou uma dessas - Lena Dunham

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Alguém já leu? Concorda comigo? O que vocês acharam de “Não Sou Uma Dessas”? Conta pra gente nos comentários.

LEIA TAMBÉM

Não sou uma dessas - Lena Dunham Título original: Not that kind of girl: a young woman tells you what she’s “learned”
Autor: Lena Dunham
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 304
Ano: 2014
Gênero: Autobiografia
Nota: 1 estrela1 estrela1 estrela1 estrelaestrela vazia


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Escrito por:

Melissa Marques


Resenha: O Lobo do Mar – Jack London

Estava louca pra ler O Lobo do Mar, do autor norte-americano Jack London. A edição comentada da Zahar me chamou a atenção e logo já coloquei na lista de “desejados”. No Natal de 2014 minha irmã me deu de presente e comecei a ler assim que consegui em 2015. No geral, o livro empolga bastante, a leitura é tranquila e os personagens são excelentes. Mas, me senti meio frustrada mais para o final, onde o livro deu uma reviravolta que não me agradou.

O Lobo do Mar fala sobre muitas temáticas interessantes, principalmente o medo da morte, a importância que cada um dá à própria vida, religião, criacionismo, evolução, darwinismo, etc.

“Há uma quantidade limitada de água, de terra, de ar, mas a vida que está à espera de nascer é ilimitada. A natureza é de uma prodigalidade infinita.”

A história é bem simples: o náufrago Humphrey van Weyden é resgatado pela escuna Ghost, comandada pelo capitão Wolf Larsen. No entanto, o capitão ao invés de ajudar o náufrago a desembarcar no porto mais próximo, o obriga a trabalhar no navio, onde impõe regras violentas e faz da vida de Weyden um inferno.

Resenha: O Lobo do Mar

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

O embate e diálogos entre o protagonista e Wolf Larsen são as melhores partes do livro. O conteúdo é riquíssimo e recheado de reflexões. Ao mesmo tempo em que Weyden é um homem literato, civilizado e com concepções de mundo moralistas, Wolf Larsen é a figura do homem primitivo, animalesco. O clima de tensão que paira no ar, assim como a sensação de estar aprisionado e entregue ao destino, faz do livro uma obra instigante.

Porém, a partir da metade do livro, há uma pequena reviravolta na trama: o surgimento de uma nova personagem traz um baque, uma mudança completa de enredo. Senti que o autor parece ter mudado de ideia no meio do caminho, criando uma nova alternativa que não condiz muito com o restante da obra.

Resenha: O Lobo do Mar

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

O que poderia ter sido uma obra fenomenal, se arrasta da metade em diante, apresentando situações cansativas e que não fazem muito sentido com a proposta inicial. O que antes era incrível e digno de se tornar um clássico da literatura, se perde em um romance pouco convincente.

“O homem é inconstante como os ventos e as correntes marinhas. Nunca se pode adivinhar. Quando a gente julga que já o conheçe e que está a impressioná-lo bem, se vira ele contra nós aos berros e nos rasga as velas todas.”

No decorrer do livro, são utilizados inúmeros termos náuticos, mostrando claramente a experiência de London como marinheiro. São tantas palavras complicadas e descrições longas de processos marítimos, que é possível cansar facilmente e acabar pulando essas partes. Confesso que em alguns momentos, enquanto Weyden descrevia os nós que fez, ou comentava sobre o ritmo da escuna, eu nem prestava muita atenção.

Um ponto interessante é que o protagonista cresce muito como pessoa, passa por uma transformação satisfatória. O que antes era um personagem fraco e debilitado, de repente se torna forte, competente e ávido por viver. As frustrações iniciais o derrubaram mas o deixaram mais maduro para lidar com o monstro que é Wolf Larsen.

Aliás, Wolf Larsen é um personagem incrível, com uma personalidade confusa, doentia e ao mesmo tempo sensível. Por vezes gostamos dele e até acreditamos que ele não é de todo mal; no entanto, quando estamos simpatizando com Larsen, ele volta a tomar atitudes absurdas. É um mix de sentimentos, parece até mesmo um episódio de Game of Thrones! haha

Resenha: O Lobo do Mar

Foto: Isabela Zamboni/Resenhas à La Carte

Mas no geral, recomendo a leitura. Inclusive, achei que somente eu não tinha aprovado o final, mas no prefácio do livro (escrito por Joca Reiners Terron), ele conta que na época que o livro foi publicado, a crítica especializada reclamou muito do final. No fim das contas, o autor revelou que alterou o final para que a obra fosse mais comercial, por isso a pitada de romance. Mas, não retira a genialidade de London em O Lobo do Mar.

“Você fala do instinto da imortalidade. Eu falo do instinto da vida, que é viver, e que, quando a morte se figura próxima e iminente, vence o instinto da imortalidade.”

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O Lobo do Mar - Jack London

 

Título original: The Sea Wolf
Autor: Jack London
Editora: Zahar
Número de páginas: 368
Ano: 2013
Gênero: Ficção
Nota1 estrela1 estrela1 estrelaestrela vaziaestrela vazia


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente – Agatha Christie

CHEGA DE JULGAMENTOS!

Nunca mais serei alvo de risos contidos e olhos esbugalhados me perguntando: “COMO ASSIM, VOCÊ NUNCA LEU AGATHA CHRISTIE?”.
Pois é, minha gente! Minha hora de brilhar ler um livro da Rainha do Crime chegou!

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Vou falar bem ~de boas~ sobre o enredo, já que não é novidade pra ninguém, a não ser pra mim, né? haha

Resumindo (muito bem resumido), em uma viagem de trem à Londres, durante uma parada por causa de uma nevasca, o corpo de um dos passageiros é encontrado com 12 facadas e cabe ao detetive Hercule Poirot solucionar o crime antes da polícia iugoslava.

O que mais me espantou (aka: me deixou “de cara”) foi o fato de o livro ter “apenas” (digo apenas por que, para um leitor acostumado com livros de mais de 300 páginas, esse pode ser considerado pequeno) 200 páginas e tantas ideias borbulhantes e reviravoltas.

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Posso dizer que cheguei a suspeitar de cada um dos viajantes do Expresso do Oriente. Pra depois, claro, pensar: “que idiota, claro que não!”.
Fiquei sem comer, sem dormir (de domingo pra segunda dormi 3h, valeu, Agatha!), sem sair! Haha. Gente, sério. O negócio é incrível, tenso, e você NÃO PODE PARAR! ~não para, não para, não para, não!~

Eu, muito ligeira, sagaz e espertona, tinha certeza – ou uma boa aposta – sobre como terminaria o livro.
E olha, posso dizer: NÃO TEM NADA A VER COM O QUE EU PENSEI.
RISOS.

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

Ou tem. Até tem. Mas o fim você só vai descobrir lendo.
No decorrer do livro, como a maioria dos suspenses policiais, a autora lança diversas dicas, mas que você só acaba percebendo quando chega na última página.

Resumindo, Agatha, fofa… Você merece totalmente o título. Você é linda, rainha, querida, lacradora, diva e muito mais. Te considero pakas.
PS: Senti falta de uma notinha de rodapé traduzindo algumas frases em francês.
PS²: Li várias resenhas apontando o livro como um dos melhores da Agatha, então, se você ainda não leu, vale a pena tirar umas horinhas para se dedicar ao crime 😉 #tôprocrime

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

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O livro será adaptado para os cinemas! Confira o trailer legendado:

Assassinato no expresso do oriente - Agatha ChristieTítulo original: Murder on the Orient Express
Autor: Agatha Christie
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 200
Ano: 2014
Gênero: Ficção / Policial
Nota


2 Comentários
Escrito por:

Melissa Marques


Resenha: Mentirosos – Emily Lockhart

De forma despretensiosa comecei a ler “We Were Liars”, da autora Emily Lockhart. Não sou muito fã de Young Adult, mas depois de ler tantas resenhas de pessoas falando que o livro era surpreendente, chamava a atenção e prendia completamente o leitor na história, fiquei curiosa e comprei o ebook em inglês. Aproveitando que estou tentando ler mais em inglês para treinar, foi uma boa pedida, já que a linguagem é bem simples e tranquila de acompanhar.

O livro conta a história de Cadence Sinclair, garota de 17 anos que perdeu a memória após um acidente. Aos poucos, Cadence tenta se lembrar do que aconteceu e começa a montar as peças do quebra-cabeça, transformando uma simples história em reviravoltas bem interessantes.

Em suma, Cadence passa todos os verões ao lado de sua prima Mirren, de seu primo Johnny e de Gat, sobrinho do namorado de sua tia Carrie. Eles passam as férias de verão todos os anos em Beechwood, uma ilha privativa com enormes casas construídas por Harris Sinclair, avô de Cadence. De início parece complicado entender a árvore genealógica da família, mas o próprio livro oferece um mapa de Beechwood e a linhagem completa da família Sinclair, com o nome das tias, avó, avô, etc.

Resenha: Mentirosos

Foto: Alex Sanches/Resenhas à La Carte

A narradora do livro é a própria Cady e junto com ela tentamos desvendar o mistério do acidente que ocorreu quando ela tinha 15 anos na ilha de Beechwood. Só conhecemos o ponto de vista da garota e sabemos que Cadence foi encontrada no mar, usando apenas uma camisola e provavelmente bateu a cabeça em alguma pedra, já que não se lembra de nada do que aconteceu.

Após o incidente, Cadence sofreu graves sequelas. Suas enxaquecas intensas impedem que ela se levante da cama e a garota necessita de muitos remédios para conseguir sobreviver às dores. Depois de um período conturbado, aos 17 anos ela retorna para a ilha e, aos poucos, começa a lembrar do ocorrido por meio de flashes.

É interessante como o livro mostra o ponto de vista ingênuo e infantil da protagonista, que não percebe a malícia de seu avô, um homem conservador e grosseiro que pouco se importa com as filhas e netos. O velho Harris se preocupa mesmo é com sua herança e seus preciosos imóveis, além da conservadora tradição familiar. Mas, ao conviver com Johnny, Mirren e Gat, Cady começa a abrir os olhos e perceber a farsa que é a sua família.

Cady está confusa e ninguém parece querer ajudá-la. Os outros personagens agem de uma maneira estranha toda vez que Cadence pergunta sobre o passado e o acidente. Ninguém responde suas perguntas, todos começam a agir de forma suspeita e mudam de assunto rapidamente. É desesperador ver que sua família claramente esconde algo muito sério e ela não consegue lembrar de nada.

Cady é uma típica adolescente mimada nascida em berço de ouro. Sua família milionária transborda perfeição e vive de aparências. Na primeira parte do livro a protagonista descreve como os verões eram incríveis nas casas de Beechwood, fala sobre as refeições deliciosas que eram preparadas por empregados cujo nome ela desconhecia e relata o dia a dia com os primos que ela tanto amava.

E, claro, por se tratar de YA, Cadence é completamente apaixonada por Gat, sempre descrevendo os ombros largos do garoto, suas roupas rasgadas e seu jeito resplandecente. Os dois vivem uma paixão intensa, porém reprovada por toda a família, já que o garoto é de origem indiana e não possui as qualidades que os Sinclair exigem, como dinheiro e aparência caucasiana. Gat é muito inteligente, sabe enxergar o mundo fora daquela bolha em que os Sinclair vivem e tenta mostrar um pouco sua visão da realidade, mas é sempre ignorado por Mirren e Johnny, que acham suas conversas exageradas e enfadonhas.

Na verdade, os personagens Mirren e Johnny, que Cadence tanto ama, são superficiais e típicos jovens ricos inconsequentes. Não são carismáticos, pelo contrário. Acredito que a autora optou por diminuir os primos de Cady para deixar Gat mais encantador e apaixonante.

O livro é empolgante, fácil de ler e a estrutura narrativa é boa. O suspense criado pela autora é instigante e o final surpreende. Confesso que quando descobri a verdade sobre o acidente, quando a história finalmente fez sentido, dei uma choradinha. Engraçado que, ao descobrir o final, o restante do livro começa a fazer sentido e conseguimos perceber as pistas que Lockhart deixou durante toda a história. No fim das contas, era óbvio, mas é possível sim ser enganado.

“We Were Liars”, publicado pela editora Seguinte com o título de “Mentirosos”, vale a leitura, principalmente se você gosta de um suspense leve e sem violência.

Resenha: Mentirosos - Emily Lockhart

 

Título original: We Were Liars
Autor: Emily Lockhart
Editora: Seguinte
Número de páginas: 240
Ano: 2014
Gênero: Young Adult
Nota1 estrela1 estrela1 estrelaestrela vaziaestrela vazia


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Escrito por:

Isabela Zamboni


Resenha: Se só me restasse uma hora de vida – Roger-Pol Droit

Assumo: comprei o livro pela capa.

Sem nem mesmo saber a sinopse ou a quantidade de páginas do livro, já havia colocado como “desejado” na minha lista do Skoob (já me segue por lá?).

E “Se só me restasse uma hora de vida” (Si je n’avais plus qu’une heure à vivre, em francês) foi uma agradável surpresa! Comecei a leitura na sala de espera para um exame de rotina (coincidência, juro! haha) e, até então, pensei que se tratava de pura ficção.

Resenha: Se só me restasse uma hora de vida - Roger-Pol Droit

FOTO: Melissa Marques / Resenhas à la Carte

O livro é, na verdade, um breve estudo sobre a filosofia do morrer.

Em certos momentos ele pode até ser confundido com autoajuda, mas isso não desmerece – de forma alguma – a obra: posso afirmar que “Se só me restasse uma hora de vida” é um bálsamo, um oásis no deserto, uma flor no meio de espinhos: depois de ler tantos livros ruins, mal escritos e sem sentido em 2014, Roger-Pol Droit trouxe exatamente o que eu precisava.

A leitura é fluida e rápida, apesar de tantos questionamentos e “densidade” no assunto. Morte. Ninguém gosta de falar dela, não é mesmo? Mas o autor faz um exercício incrível de – em poucas páginas – mergulhar nos pensamentos de uma mente que sabe que tem apenas alguns momentos de vida pela frente.

No que você pensaria? O que faria? Pediria perdão? Desculpa? Ligaria para aquele parente distante? Curtiria os filhos? O namorado? Rezaria para o seu Deus? Imploraria por misericórdia?

a morte não pode ser ensinada, não pode, em sentido algum, de maneira nenhuma, ser objeto de algum tipo de treinamento, só o que se pode, contemplar é preparar-se para fazer boa figura, condicionar-se para atravessar com dignidade a suprema prova, a luta final, o suposto combate da agonia, essa palavra que lembra guerra e confronto

Os recursos estilísticos usados por Roger-Pol Droit também chamam a atenção: não existem parágrafos ou muitas pontuações. O livro, a todo instante, nos dá uma sensação de urgência. O autor transita entre suas ideias. Faz cortes, retoma, pensa melhor e desfaz tudo. Essa mistura faz o leitor entrar, ainda mais, no universo particular de quem escreve.

Um ótimo “respiro literário” nesse fim de ano! Um maravilhoso brinde à vida!

Não faça como eu e confira a sinopse antes de comprar:

Esse pensamento, tão urgente e profundo, surge em algum momento da vida de cada um de nós e coloca em perspectiva todas as nossas prioridades e problemas. Mas e se essa fosse mais do que uma simples suposição? E se tivéssemos, de fato, apenas mais uma hora? E se você também tivesse apenas um breve momento para fazer um balanço, lembrar-se, encontrar aquilo que mais importa? E se só restasse uma hora para esquecer as ilusões e, finalmente, viver?

Roger-Pol Droit propõe neste livro um exercício radical, decisivo, que vale todas as lições de filosofia e sabedoria. De forma brilhante, o autor nos faz mergulhar em nossa própria consciência, para que, ao fim, possamos descobrir o que é essencial para nós.

Se só me restasse uma hora de vida - Roger-Pol Droit

Título original: Si je n’avais plus qu’une heure à vivre
Autor: Roger-Pol Droit
Editora: Bertrand Brasil
Número de páginas: 98
Ano: 2014
Gênero: Filosofia
Nota1 estrela1 estrela1 estrela1 estrela1 estrela


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Escrito por:

Melissa Marques


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